Hoje foi um dia feliz, bastante reflexivo.
Sempre que estou trabalhando em algo, movimentando-me, as coisas acontecem dentro de mim de modo a gerar consequencias positivas.
Hoje estava refletindo a respeito de uma determinada situação complicada: Um problema pessoa que interfere num grupo por escolha de outrem, mas escolha esta que um dia já foi a minha também. Na mesma reflexão, tentava associar o que um mentor me falou a respeito da "intuição" e um outro amigo a respeito do sofrimento, relacionado à primeira situação. Ele disse simplesmente que "não precisava ser assim", não precisava no sentido de que não precisava haver este sofrimento. Lembrando deste amigo, tentava ender o que não precisava ser assim.
Compreendi que era o sofrimento. Só que não havia compreendido se se não precisava ser assim, pois eu deveria buscar reagir diferente, ou se eu deveria AGIR diferente.
Daí, veio a intuição, e essa é a melhor parte... AGIR. Sempre agir...
Pois bem, pensando no agir, como agir??? Segunda intuição: não esclareceu como, mas, chegou perto. Pelo menos, para que direção agir...
Outro passo: compreender o que é intuição. Nisso, perguntei a dois amigos o que já haviam estudado a este respeito. Chegamos à várias conclusões, que pode ser influência ou fruto da consciência disperta.
Dai, neste processo de reflexão, sem ciência no meu problema, um amigo disse: "Seja qual for o necessitado, compadece-te; e, se esse mesmo necessitado te fere e injuria, compadece-te ainda mais.
Não julgues ninguém tão excessivamente culpado que não careça de apoio e de entendimento, recordando que a Bondade de Deus, cada manhã, retira a alvorada vitoriosa das trevas da meia-noite."
Emmanuel
Este foi o processo intuitivo dele, pois, mesmo ignorando o problema, ele contribuiu. A fala de Emmanuel vai de encontro com aquela opção da manhã, a que eu acreditei ser minha intuição. Se bem que mais espiritualizada e condicionada, deu o norte dos meus passos. Agora, tinha que agir. Pelo meu bem e bem comum, agi. A resposta não foi bem a que eu gostaria, mas, enfim, fiz minha parte e isso basta ao espírito que deseja paz de consciência. AGI, segui minha intuição, que agora sei que foi, como foi, como se processa e qual a natureza dela, orientada pela intuição de um amigo. Se recebi espinhos, também recebi a oportunidade de compadecer-me ainda mais.
Neste processo eterno de evolução, ainda tentando compreender o que é intuição e o que é obsessão, busco saber a diferença de persistência e teimosia.
Seguindo minha intuição, busquei um texto na rede.
Achei:
O Teimoso típico neste caso, tende a se “queimar”, pois movido por forte envolvimento emocional, cutuca a onça com vara curta, enquanto o Persistente, em situação análoga, aguça sua sensibilidade a capacidade de observação dos sinais de rejeição e a humildade para reconhecer que embora acreditasse em sua tese, o momento pede um Recuo Estratégico, que poderá levar cinco minutos, cinco ou cinqüenta anos, o tempo necessário a detectar onde falhou, reorganizar a proposição, fazer parcerias se for o caso com quem possa ser melhor aceito pelo interlocutor e outras ações que facilitem, aí sim, retomar o objetivo e alcançá-lo. Lembre-se,geralmente o Teimoso típico, ou se queima ou desiste, enquanto o Persistente, recua e se reorganiza tantas vezes quantas forem necessárias. Sob nenhuma hipótese desiste. Numa relação tempo consegue. Reveja o tape de sua vida e dê um “pause” nas cenas análogas do exemplo descrito. Descubra você o que prevaleceu: Teimosia ou Persistência? Se você sorrir, agora, sentindo uma sensação de realização e sucesso, certamente aPersistência prevaleceu.
Agora, olhando para mim, consegui na prática compreender o que é a intuição na minha vida, de que modo ela direciona meus passos para o caminho melhor. E ela me dá alguns sinais. Se sinto e creio que tenho que ir para um determinado lado, irei. E esse texto a respeito da persistência só me dá o sinal que estou indo no caminho certo, basta mudar-me e incondicionalizar.




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