To mto sem tempoooooooooooooooooooooo.
qdo puder, escrevo, pois tenho muuuuuuuuuita coisa pra escrever!!!
corrido
Como estou me sentindo?
Com tanta coisa acontecendo e não acontecendo, sinto-me como um barco a vela perdido em auto-mar...
contraponto:
Mar da Vida
Allan Kardec Filho/Sérgio Paulo/Carlos Alexandre
Ondas da vida carregam o barco, atracado no tempo não quer navegar
Naufraga em si mesmo temendo os monstros que existem no mar
O monstro da morte consegue sozinho fazer com que barcos prefiram parar
Mas monstros não existem sequer nas mentiras contadas no mar
Vai... enfrenta as tormentas do além-mar
Iça as velas da coragem pra lutar e ir além, estrelas do bem vão te guiar...
Vai... que Cristo seja a luz em teu vogar
Em Que o risco não te impeça de tentar ganhar o mar
Com o instrumento que se chama amor.
Lição que preciso aprender!!!
Mantra
Nando Reis
Composição: Nando Reis / Arnaldo Antunes
Quando não tiver mais nada
Nem chão, nem escada
Escudo ou espada
O seu coração
Acordará!...
Quando estiver com tudo
Lã, cetim, veludo
Espada e escudo
Sua consciência
Adormecerá!...
E acordará no mesmo lugar
Do ar até o arterial
No mesmo lar
No mesmo quintal
Da alma ao corpo material...
Hare Krishna Hare KrishnaKrishna KrishnaHare HareHare RamaHare RamaRama RamaHare Hare
Quando não se têm mais nada
Não se perde nada
Escudo ou espada
Pode ser o que se for
Livre do temor...
HareHare RamaHare RamaRama RamaHare Hare
Quando se acabou com tudo
Espada e escudo
Forma e conteúdo
então agora dá
Para dar amor...
Amor dará e receberá
Do ar, pulmão
Da lágrima, sal
Amor dará e receberá
Da luz, visão
Do tempo espiral...
Amor dará e receberá
Do braço, mão
Da boca, vogal
Amor dará e receberá
Da morte o seu
Guia natal..
Aaadeeeus Dooooor...(4x)
Hare Krishna Hare KrishnaKrishna KrishnaHare HareHare RamaHare RamaRama RamaHare Hare (6x)
Quando a realidade aparece...
Percebi que nego a mim mesma a chance de perceber a realidade.
Quanto fatos ou situações acontecem que me desagradam, muitas vezes arrumo desculpas para nao encarar a verdade.
É mais ou menos assim: Alguém faz algo que me magoa muito, mas, por não querer perceber que aquele ser talvez não seja como eu acredite que é, eu me engano pensando "Ele ou ela fez isso por causa daquilo", "Ele ou ela não está bem hoje", e assim vai.
As vezes precisamos que mais que uma ou duas pisadas na bola para compreendemos que aquele ser não é quem diz que é. Não que seja ruim, pois cada um é como é. Ruim é quando eu não quero ver exatamente como isso é de fato.
E aí, quando vou me enganando, uma, duas, três situações, dezenas... Dai vem as desculpas, promessas, palavras legais e bonitinhas, mais uma, duas, três... dezenas...
Uma hora ficha caí!
Tento aceitar que cada um é como é. E, na verdade, isso não me incomoda tanto, afinal, eu sou como sou e sei que não sou fácil. O que hoje está me irritando basicamente posso dividir em duas coisas:
Seres que dizem, falam, prometem, fingem, mente, e a todo momento mostram que não são como dizem...
E, eu, por acreditar no que dizem, falam, prometem, fingem, mente, simplesmente porque é mais fácil. É mais fácil do que encarar a verdade, os atos!!! Mas os atos e atitudes são tudo, pois falavras são ditas desde sempre sem que necessariamente sejam verdades, mas ações... Ah, ações tem que ser feitas, realizadas, vividas, e ninguém finge ações o tempo todo...
É, minha irritação é comigo por acreditar em conto de fadas... Aliás, amanhã vou exorcizar a fada rosa que existe em mim e o mundo de fantasias ficará para trás, enterrado na última batida do DJ, para o surgimento de uma nova fase, sem fadas, princesas, príncipes, sapos, bruxas, reis, rainhas, fantasmas... Não há lugar, sobretudo, para fantasmas. Mas isso é um outro assunto...
Livre
Percebi que a vida é linda
Percebi que eu posso ser feliz sempre que eu quiser
Percebi que ter liberdade é uma das melhores coisas do mundo
E que a melhor das liberdades é a liberdade dos sentimentos...
Hoje posso dizer que sou livre de muito que me aprisionava a um passado distante e doloroso.
E para viver esse momento feliz que vivo hoje precisei ir ao encontro. Ir ao encontro de mim mesma, enfrentando meus fantasmas, enfrentando os seres que julgo meus algozes, observando-os como são e descobrindo que fantasmas e monstros são bem menores que as sombras que eles projetam na parede.
Sou feliz, hoje, por hoje, sou feliz.
Feliz por ter coragem, por ter disposição. por acretidar e, principalmente, por ser livre.
Obrigada...
Hoje só quero agradecer...
Agradecer a Deus pela vida e pela oportunidades maravilhosas desta existência.
Ao Cristo por ser meu Norte.
E a todos que deram cor, som, cheiro, sabor e sensações ao meu fim de semana, que foi simplesmente maravilhoso.
Obrigada, obrigada, obrigada...
Eu aprendi...
Não vou comentar...
"Eu aprendi...
...que ter uma criança adormecida nos braços é um dos momentos mais pacíficos do mundo;
Eu aprendi...
...que ser gentil é mais importante do que estar certo;
Eu aprendi...
...que eu sempre posso fazer uma prece por alguém quando não tenho a força para ajudá-lo de alguma outra forma;
Eu aprendi...
...que não importa quanta seriedade a vida exija de você, cada um de nós precisa de um amigo brincalhão para se divertir juntos;
Eu aprendi...
...que algumas vezes tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender;
Eu aprendi...
...que deveríamos ser gratos a Deus por não nos dar tudo que lhe pedimos;
Eu aprendi...
...que dinheiro não compra 'classe';
Eu aprendi...
...que são os pequenos acontecimentos diários que tornam a vida espetacular;
Eu aprendi...
...que debaixo da 'casca grossa' existe uma pessoa que deseja ser apreciada, compreendida e amada;
Eu aprendi...
...que Deus não fez tudo num só dia; o que me faz pensar que eu possa ?
Eu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;
Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi...
...que a maneira mais fácil para eu crescer como pessoa é me cercar de gente mais inteligente do que eu;
Eu aprendi...
...que cada pessoa que a gente conhece deve ser saudada com um sorriso;
Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas;
alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi...
...que devemos sempre ter palavras doces e gentis pois amanhã talvez tenhamos que engoli-las;
Eu aprendi...
...que um sorriso é a maneira mais barata de melhorar sua aparência;
Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha,
mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi...
...que só se deve dar conselho em duas ocasiões:
quando é pedido ou quando é caso de vida ou morte;
Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
Eu aprendi...
... que pessoas invejosas e que nos fazem mal, são dignas de pena e não de raiva."
William Shaskeapeare
Ódio e coisas boas....
Hoje me deu um surto de ódio que me deixou muito triste comigo...
O ódio tem a ver com o tal "argh" que não quero mais.
É tão triste haver ódio onde deveria haver, pelo menos, carinho...
Me peguei neste sentimento hoje. Algumas lembranças, misturadas com atitudes que não aceitamos, ações que julgamos crueis... Daí, quando vi, esse tal de ódio estava vibrando forte em mim. Queria a morte! Nossa, queria sangue! Fiquei muito triste por vários motivos:
1 - Porque não quero odiar ninguém.
2 - Porque vejo com tristeza as coisas terem chegado neste ponto.
3 - Porque não quero odiar alguém por quem eu devia sentir carinho.
Estou triste comigo por ter descoberto que sinto essa coisa horrível, mas, feliz por ter percebido exatamente o que é.
Estou triste pelas coisas terem chegando num ponto tão exdrúxulo que só o ódio sobrou.
Estou triste pois achava que tudo poderia ser diferente e que pelo menos a amizade fosse existir.
Estou triste...
Mas, como isso não é algo que toma conta de todo o meu ser, tem outras coisas boas também.
Há alguns dias percebi que meu coração começou a se colorir. Foi um sentimento estranho me perceber pensando em alguém de novo, sentindo saudade, querendo conhecer mais... Tá, tudo bem, ele nem é o meu "número", mas fiquei feliz ao perceber que estava igual uma boba olhando pro teto.
Sei que essa história não vai virar nada, mas, foi engraçado. Me senti estramente engraçada... Quando eu pensei "Nossa, estou gostando dessa pessoa", foi estranho.
Sabe quando a gente fecha os olhos e do nada ouve uma voz? Vê um rosto? Um sorriso? Meu Deus, o que é isso??? Me senti com desesseis anos... Bobinha de tudo! Mas, estou feliz pois, mesmo que não dê em nada, pude recordar o quanto é bom gostar de alguém!
Então, no mesmo lugar que há esse triste e feio ódio há esperança...
Como estou após um fds em Piracaia!!!
Não quero escrever mais nada, essa música me reflete hoje!
Obrigada a todos que me fizeram sorrir e me mostrar que posso ser melhor que um "argh".
Evolução
(Em C Bm Em)
Em D G
Viajei séculos nas trevas
C7M
Para compreender e enxergar a luz
Em D G
Convivi muitos anos com a ignorância
C7M
A fim de buscar e aceitar a bondade.
Em D G
Alimentei orgulho no meu coração,
Minha meta agora é prosseguir
C7M
Nos caminhos da humildade.
Em D G
Feri faces, machuquei corações,
C7M
Agora ofereço o meu respeito
Am7
E minha compreensão.
G C G/B
Convivi com o vazio e a tristeza
C G
Sem rumos e sem ideais,
G C Bm7
Hoje eu abro as portas do meu coração
Am7
Para o amor,
G C G/B
Para a alegria de viver
Am7 Bm7
Intensamente cada minuto
Am7 Bm7 Am7
Da minha vida…
G C
Sim, eu enxergo a luz,
Bm7 Am7
A paz mora no meu coração,
G
Meu verbo predileto
C Bm7 Am7
Chama-se amar.
G Am7
Amo, amo e amarei,
Bm7
Essa é minha meta,
Am7
Essa é minha realização.
G Am7
Amo, amo e amarei,
Bm7
Essa é minha meta,
Am7 F Em Dm Em C Bm Em D C Bm Em
Essa é minha realização.
G C G C Bm7 Am7 Bm7 Am7
Sim, convivi.
G C G C Bm7 Am7 Bm7 Am7
Sim, vou viver…
G G/B (Am7 Bm7)
Sim eu enxergo a luz...
Não quero mais argh
Não aguento mais esse "argh", nao quero mais sentir isso!!!!!!!!!
Isso não é bom!
Socorrrrrrrrrrooooooooooooooooooooo!!!!!!!!!!!!
Não quero que o "argh" cresça!

Hoje foi um dia confuso, aliás, confuso dentro de mim...
São tantas coisas que vêm a cabeça que não sei nem por onde começar...
Bom, vou tentar me expressar!!!
Primeiro, acordei, fui dormir e acordei novamente acreditando que uma certa situação que vivi fora toda mentira. Isso, percebi, não tem me feito bem. Na verdade, percebo que não tenho condições de avaliar isso por agora, mas, observando os frutos que hoje estão dando, vejo que não foram boas sementes em boa terra. Por mais que não queira acreditar nisso, hoje existe um certo "argh" entre os envolvidos que me faz pensar que não foi nada sincero, pois, se assim fosse, hoje tudo seria diferente. Mas, acho que o tal"argh" está tão dentro de mim que não consigo vibrar nada diferente.
É com pezar que olho para onde deveria haver carinho, não digo amor, mas carinho e amizade, e só há mágoa, raiva e rancor. É com o coração inundado de tristeza que me sinto atingida por esses sentimentos inferiores, não como vítima, mas como co-autora. Tento me agarrar nas coisas boas que, a cada golpe sofrido, somem da minha mente. Pouco a pouco, sorrisos, cores e sons vão desaparecendo, cedendo espaço a uma escuridão sem fim.
Mas, não quero isso! Não quero que os sentimentos inferiores tomem o lugar que algo bom. Não quero que tomem conta de mim. Não sei o que fazer.
Queria tomar uma pílula mágia que me fizesse adormecer e só acordar quando tudo isso passar. Ou ter força suficiente para que cada golpe desferido contra mim não me atingisse tão profundamente e que esse sentimento que eu hoje só consigo definir como "argh" não cresça, aumentando os débitos de minha alma já tão endividada.
E esse "argh" está tão grande. Não quero que seja assim. Não é bom! Estou e vou continuar lutando para me fortalecer, de modo que cada golpe me fira menos e menos. Não pretendo dar mais espaço para essa coisa e quem quiser sentir isso, que sinta por sí. Não será recíproco.
Tem um outro problema, a ânsia de sair dessa situação é tão grande que por si só se torna uma obsessão. Não mais pela situação, mas por me livrar dela. Isso é ruim! E também me atrapalha.
O mais difícil dessa confusão toda são os outros assuntos, pois, fica muito difícil de sair de mim para organizar o que realmente importa.
Eu descobri outras coisas. São planos. Contudo, preciso apacientar meu coração para descobrir minhas reais intenções em dar prosseguimento a esses planos.
O que eu quero?
Por que eu quero?
Para que eu quero?
Talvez muitas mudanças, mudanças supreendentes.
Espero não perder o foco!
Então, acalmar-me. A única solução possível.
Estranho desdobrar...

Essa noite aconteceu algo muito estranho, mas que não é novidade. Geralmente ocorre depois de estudos ou conversas mais profundas. E ontem foi assim. Após um estudo virtual e profundo, fui dormir. Tudo bem, quarto estranho, cama estranha, não estava em casa.
Mas, algo diferente aconteceu.
Eu fui dormir triste, pensando nos problemas e de um modo meio torto de me livrar deles (na verdade só ia arrumar mais problemas, pois o x da questão continuaria do mesmo modo). De olhos fechados, coberta até a cabeça, eu vi o quarto iluminado. E, de olhos fechados eu via todos os meus movimentos... Fiquei com medo, claro, afinal, tenho medo de tudo.
Não gosto quando isso acontece, pois, sei que aí tem...
Sei que vários pensamentos e imagens vieram a minha mente.
Era tarde, perto das duas da madrugada e nada de dormir.
Mais imagens, imagens que eu não queria deixar vir.
Dormi, meio que acordada, dormi novamente e sonhei.
Ainda não me lembrei dos detalhes do sonho. Só sei que sonhei com as pessoas que estavam envolvidas no tal problema e na solução que não era solução. E mais, no "sonho", as respostas vinham de maneira natural. Eu sei o que eu devo e, principalmente, o que não devo fazer. E sei que, na verdade, eu queria sentir o que acho que tenho que sentir, mas, não é assim.
Ah, a luz continuou lá, do lado da cama, enquanto eu ficava bem encolhida virada pro outro lado. Mas, uma mão muito estranha e invisível continuou a passar a mão na minha cabeça, mesmo que eu pedisse para ela parar. E ficou lá mesmo depois que eu dormir.
É, sou espírita sim, mas, sou muito medrosa também. Coitados dos meus amigos espirituais, devem me achar patética...
Voltando ao desdobrar, não sei o que quero fazer. Aliás, até sei: "cagada". Mas, tenho uns dias para pensar sobre isso.
Só espero que essa mão que me acariciou não volte para puxar minha orelha.
Decálogo da Serenidade
Decálogo da Serenidade
1- Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma só vez.
2- Hoje, apenas hoje, procurarei ter o máximo cuidado na minha convivência, cortês nas minhas maneiras, a ninguém criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir à força ninguém, senão a mim mesmo.
3- Hoje, apenas hoje, serei feliz. Na certeza de que fui criado para a felicidade, não só no outro mundo, mas também já neste.
4- Hoje, apenas hoje, adaptar-me-ei às circunstâncias, sem pretender que sejam todas as circunstâncias a se adaptarem aos meus desejos.
5- Hoje, apenas hoje, dedicarei 10 minutos do meu tempo à uma boa leitura, recordando que assim como o alimento é necessário para a vida do corpo, a boa leitura é necessária para a vida da alma.
6- Hoje, apenas hoje, farei uma boa ação, e não direi a ninguém.
7- Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ninguém o saiba.
8- Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado, talvez não o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrevê-lo-ei, e fugirei de dois males, a pressa e a indecisão.
9- Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunstâncias mostrem ao contrário, que a Providência de Deus se ocupa de mim, como se não existisse mais ninguém no mundo.
10- Hoje, apenas hoje, não terei nenhum temor, de modo especial não terei medo de gozar o que é belo, e de crer na bondade.
Sentimentos... Sacos de areia.

Às vezes, guardamos coisas por medo, vergonha ou orgulho. Sejam sentimentos ruins ou bons.
Bom, como eu só posso falar de mim, vou falar como vejo isso um pouco.
É comum que guardemos sentimentos ruins, seja por medo de enfrentarmos as conseqüências, seja por orgulho.
Mas, e quando temos bons sentimentos e os escondemos, por que fazemos isso?
Quando eu tenho um sentimento bom e não sei o que me espera, geralmente eu escondo. Escondo por orgulho, por medo de me acharem estranha, sei lá.
Percebi outra coisa, também.
Percebi que quando tenho um sentimento mais forte por alguém e esse sentimento não é mais bom ou não faz mais parte da realidade, quando o coloco pra fora, parece que ele diminui. É como se tudo fluísse a partir do momento em que se admite o que se sente por alguém, mesmo que naquele momento o sentimento não seja recíproco.
É mais ou menos assim: Ficamos com aquilo nos martirizando, daí, quando expressamos a verdade, parece que sai e vai embora, como se tudo se ajeitasse e aquilo, que parecia grande e me consumisse, ficasse pequeno, quase que sem sentido.
Então, por que guardar?
Vamos jogar fora tudo que está nos sufocando, ser feliz, livre das amarras que nos prendem ao passado ou às ilusões e viver o hoje!!!
Acabei de pensar em outra coisa: Esses sentimentos são como sacos de areia. São bons, quando estamos em terra. Úteis. Mas, quando é hora de voar, não nos cabem mais e devem ficar em terra. O único jeito é colocar pra fora do balão, ou seja, do coração. Entregar para quem de direito e subir rumo ao novo. Isso não significa que ele vai deixar de existir. Um saco de areia será sempre um saco de areia, mas, não cabe no vôo.
A faca? Coragem!!!
O negócio é voar livre de nós mesmos, e sem nos preocuparmos onde este balão vai pousar.
Ah, na hora de pousar novamente, também precisamos ter coragem para amarrar novos sacos de areia e perceber exatamente de que tipo são.
Pacto... Uma velha história não compreendida, por isso mesmo, ATUAL.

Há alguns anos, duas jovens fizeram o que chamaram de "Pacto". Princesas arrogantes do passado, seres difíceis, orgulhosos e, sobretudo, medrosos, essas garotas estavam começando a perceber o quanto afastavam o mundo a sua volta delas mesmas.
Um dia, tomadas por uma disposição de mudança, selaram o pacto de tentar permitir com que outros seres se aproximassem delas. Sempre alegres, comunicativas, dinâmicas e dispostas, quem com elas convivia não imaginava os conflitos internos que as dominavam.
Aparentemente, seres dóceis, meigos e cativantes, na verdade, a cada passo que davam em direção ao outro, davam dois para o sentido contrário.
Firmando o pacto de se ajudarem nesse contexto, as duas jovens experenciaram, cada um a sua maneira, os primeiros ensaios do "permitir-se". Esse pacto incluia uma trilha sonora e, posteriormente, uma comunidade no orkut.
Apesar da trilha sonora copiada, ouvida, distribuída, as disposições ainda eram fracas, e ambas não saiam do "tentar", ou pior, achavam que estavam tentando quando, na verdade, estavam repetindo os mesmos movimentos de antes, apenas num formato diferente.
Onde estava o erro?
De maneira didática, elas criaram a "Teoria da Caixinha". Era mais ou menos assim: Seres medrosos se encaixotam para não conviver. Assim, fogem da convivência mais próxima, mantendo-se alegres, sociáveis e bem quistas, porém, intocáveis em seu universo interior. Mas, como é esse insulamento? Ah, ele é íntimo e bem disfarçado. Às vezes, se manifesta como "não estou entendendo", outras vezes com o "tá bom, vamos ver o que o tempo vai fazer", então, se cruza os braços e se fica onde está.
Porém, existe um processo mais difícil de se detectar: Quando achamos que já abrimos a tampa da tal caixinha, agindo apenas no campo das atitudes, mas, com o coração tão medroso quanto antes.
Quanto não olhamos direito para nossos sentimentos e nossas limitações, certamente corremos o risco de que isso ocorra conosco.
Existe algo grave, também, neste contexto. É quanto abrimos a tampa da caixinha e, a qualquer sinal de aproximação "inimiga", a fechamos, ou até, metemos cadeados. E, ainda podemos incorrer na falha anterior e estarmos tão disconexos de nós mesmos que achamos que a caixa está aberta.
Como perceber o real estado nosso em relação a tal caixa?
Hoje vejo que é somente tentando olhar para nós mesmos, verificando nossas atitudes em relação aos outros e, principalmente, o que sentimos, sendo sinceros conosco sempre.
Olha, o grupo de seres encaixotados é imenso...
Em relação à caixinha, agora, falando de mim, observando meus comportamentos e os frutos que tenho colhido, vejo que um dia achei que estava tomada de coragem e que já tinha pulado fora da caixinha. Hoje percebo que cometi o erro mais grave de todos! Enganar a mim mesma! Não, não pulei fora da caixinha. Às vezes duvido até mesmo que tenha aberto a tampa. Tá, acho que abri sim, olhei pra fora, mas continuei lá dentro, me defendendo dos perigos imaginários da convivência que, na verdade, é algo natural e necessário para o ser.
Hoje olho e vejo quanto medo ainda tenho, o quanto acho que preciso me defender da convivência afastando os outros de mim com a agressividade que só eu sei ter, e quanto eu afasto os que mais amo. Sou boa nisso!
Quanto ao tal do pacto, percebo hoje que ele não foi bem compreendido, pois, anos depois, as mesmas jovens estão frente a frente, diante das mesmas situações, com as mesmas dificuldades, sendo, desta vez com mais informações, obrigadas a olharem para si mesmas através do outro, que é o espelho maior que se tem na vida. Ah, elas mesmas são o espelho uma da outra e também se encaixotam uma para outra de vez em quando.
Vendo essa história de fora, eu percebo o quanto elas aprendem mais e têm mais força quando estão juntas, apoiando-se e refletindo-se.
Hoje, diante de novas situações, elas são obrigadas a ter um posicionamento diferente e lidar com o novo. O que é esse novo? Ninguém sabe, afinal, se não, não seria novo.
E o pacto? O que é o pacto? Isso, só elas sabem! Mas, hoje se tem notícia que é algo do além!!!
Qualquer dia eu posto algumas das músicas da tão famosa trilha do Pacto, se eu tiver permissão para isso.
Boa sorte para todos os seres que acham que querem, mas, no fundo, não querem. Que tentam não tentando, que correm para um lado, quando o coração manda correr para outro, que se isolam, se afastam, que deixam de viver! Boa sorte para todos que querem encarar com coragem a si mesmos, acreditando que há mais no mundo que o medo de ser machucado. Há, sobre tudo, o amor!
Férias
Eu e o outro - meu espelho!

Estava conversando hoje com uma amiga a respeito dos sentimentos e do quanto nos escondemos de nós mesmos. O quanto o medo é forte ainda e nos faz atacar para defender. Defender de quê?
No último fim de semana, ouvi numa aula algo que eu já tive a informação, mas que, desta vez ficou muito mais evidente para mim. Ouvi que precisamos do outro para nos refletir. Então, pensando em como eu sinto, penso e faço, me vi exatamente assim: querendo me livrar do outro, atacando, para me defender da convivência com o outro e comigo.
Também percebi que quanto mais próximo o ser, mais ele me reflete, então, de maneira não consciente, eu acabo por atacando para que esse ser se afaste de mim. E quanto mais eu gosto, mais ataco, para que de nenhum modo eu possa conviver para me perceber.
É claro que tudo isso é automático. Tudo parte de um processo mecânico. Quando eu precebo que vou me envolver, seja com amigos, familiares, etc, mais eu provoco situações para que eles se afastem de mim.
Não havia percebido o quanto isso é real e forte e o quanto é freqüente também.
Outa coisa que descobri é que sempre fui assim, mas, depois que uma amiga muito próxima minha morreu, isso ficou mais forte. Lembro-me que a dor foi tanta e tão imensa, que comecei a mal tratar todas as outras amigas, pois as queria fora da minha vida para que eu também não sofresse a perda delas.
Analisando minha vida, vi o quanto eu venho fazendo isso e magoando as pessoas em torno de mim. E o que mais me dói é perceber o quanto eu afasto os seres que mais amo pelo simples medo de perdê-los.
Não estou dizendo que a causa disso tudo foi a morte da Kika, mas, talvez aquela dor tenha aberto painéis de outras dores de passados longínquos e tenha me colocado na defensiva para que eu não sofresse mais. Ledo engano.
Eu tenho uma amiga muito parecida comigo. Até brincamos que nossas vidas são xerox. Sei que vez ou outra eu me "divorcio" dela. Na hora dá um certo alívio, mas, sempre que "voltamos" (Rs) e uma das duas está em situação crítica por algum motivo, conseguimos perceber melhor as causas e o que fazer. Isso pelo simples fato de nos refletirmos. Eu me vejo nela e ela se vê em mim e somente convivendo é que conseguimos fazer os links entre nós-encarandas e nós-espíritos e os compromissos e percepções se afloram. Não que seja fácil conviver com alguém que me mostra o tempo todo como sou, mas, hoje, percebo que é necessário.
Um amigo espiritual nos disse uma vez que só negamos aquilo que conhecemos e que nossos compromissos espirutuais estão em nós, logo, os conhecemos, embora não lembremos. Sabe, talvez seja por isso que fujamos tanto de determinadas situações e convivências, pois sabemos que elas não serão fáceis, mas, sabemos que elas são necessárias para nos percebermos e é exatamente isso que não queremos, afinal, quem quer se ver arrogante, nervoso, impaciente, voluntarioso, personalista, egoísta e etc. É mais fácil ficamos próximos de espíritos que não tem nada a ver conosco ou que não nos contrariem, não é?
Isso é por que não acreditamos que somente semelhante atrai semelhante e não queremos ver que aquele ser tão difícil diante de nós que nos atrai com tanta força e a quem repelimos com força até maior é nosso maior espelho e nossa passagem para dentro de nós mesmos.
Hoje eu percebo o quanto perdi nesses dez anos pós Kika (e até antes) e, após descobrir tudo isso dentro de mim, decidi que não quero mais fugir desse tipo de convivência, pois não quero mais fugir de mim mesma e me esforçarei para abaixar o escudo e largar a espada que me afasta do outro e me distancia de mim.
Não é a toa que espíritos se encontram, se afinizam em criam laços. Além do fato de que atraimos sempre nossos semelhantes, não podemos nos esquecer da anterioridade e que um passado de história fortes e dolorosas precisa ser redimensionado, com coragem, paciência e amor.
Acredito que esse sentimento atrativo, que chamamos de amor (seja ele de qualquer natureza) seja um sinalizador do que deve ser feito dentro de nós e quais os seres que devem nos acompanhar nesta caminhada. Acredito no amor, na atração, na amizade como recursos para que eu possa ser um espírito melhor. Acredito que trabalhar em cima desse amor pode reajustar energias doroloras e que, com força de vontade, podemos superar qualquer obstáculo íntimo, seja ele o orgulho, o rancor, a mágoa... E que ele é o principal combustível para que vençamos o medo. O medo de conviver conosco através do outro...
Eu acredito no amor como força principal e que tudo pode ser superado, pois ninguém consegue fugir de si mesmo para sempre!!!
Mágoa, maior que eu??? Não pode!!!

Hoje pensei muito a respeito da mágoa e de como ela é forte em mim.
Já disse aqui que tenho muitas mágoas, mas, acho que não contei como me livrei de algumas delas.
Percebi que quanto mais eu guardo, mais aquilo vai crescendo dentro de mim, tormando porporções enormes, quase maiores que eu mesma.
Também percebi que quando eu consigo falar com o ser que eu julgo que me magoou, fica mais fácil digerir esse bolo.
Às vezes, deixamos que a mágoa seja dona de nossos passos, norteando nossas decisões, sem percebermos que nós não somos a mágoa e o ser a quem julgamos culpado não é apenas aquilo.
Percebo que quanto mais eu deixo aquele sentimento dentro de mim, achando que ele vai diminuir, mais me engano, pois, em mim, não passa. Também descobri que quando eu entro em contato com o outro e consigo me expor, percebo que a pessoa não é tão ruim quanto eu julgava, ou que a situação não é tão grave quanto a imensidão que eu criei dentro do meu coração.
Por vários motivos:
- Nem sempre o outro faz de propósito,
- As vezes o que o outro faz é o único modo que ele sabe fazer
- As vezes que o ser age de um jeito, mas, nem sempre se consegue expressar o que se sente
- O medo nos leva a agir de modo impensado
Pensando nisso, eu tenho buscado expressar minhas mágoas para as pessoas a quem julgo meus algozes e sempre percebo que o monstro é bem menor do que o que eu criei.
Aproveitando o ensejo, eu quero dizer que se você, que gasta alguns minutos do seu tempo lendo meu blog tem alguma mágoa de mim, me fale. Se tem várias, fale também. Quero ouvir, poder entender até onde eu machuco as pessoas, e, quem sabe, dizer: "Olha, eu agi assim pois...".
Daí você vai ver que sou mais uma pessoa assustada (que ataca para se defender) e atrapalhada do que propriamente má.
Mas, fale comigo, mesmo. Eu tenho feito esse exercício é muito bom. Espero que com isso eu não fique mai doente!
Fale mesmo, quero ouvir você, só ouvir, para entender até onde eu vou na sua vida!!!
Saudade...
Sentimos saudade de quem está longe, mas que gostaríamos que não estivesse.
Sentimos saudade de quem já se foi, e que desejamos que não tivesse ido.
Sentimos saudade de um tempo que não volta mais...
Eu sinto saudade da minha infância, dos meus amigos dos tempos de menina, de subir em árvores, andar de bicicleta, brincar de boneca.
Sinto saudade da adolescência, de sair todas as noites, de não me preocupar com a vida e, ao mesmo tempo, querer mudar o mundo.
Sinto saudade da faculdade, dos amigos, das festas e das aulas que não serviam para nada.
Do Livro "A Voz do Mestre" ~Do Primeiro OlharDo Primeiro Beijo Do Casamento
Obstáculos em nós!
Minhas flores!!!
Há certas horas...
William Shakespeare
Um Dia...
Novas oportunidades
A Pessoa Errada
sem tempo
To correndo... sem tempo e sem idéias.
Qdo tiver um tempinho posto algo que preste!
Primavera. Época de florir
As estações do ano são perfeitas. Cada uma com sua função. Assis também é a nossa vida. Temos época de florir, de dar frutos, de nos renovar, e prepararmos para a nova florada.
Ruim é quando nos demoramos demais numa determinada estação...
O que ocorreria com um urso que vivesse para sempre no inverno? Morreria, provavelmente, se não fosse um urso adaptado para isso.
Assim somos nós. Ninguém aguenta viver muito tempo no inverno dos sentimentos. Guardá-los no frio para sempre? Sem poder florir e frutificar?
Não, não é mesmo para isso que nascemos.
Quem aguenta ficar só, no frio do sofrimento, imerso em mágoa e rancor? Quem aguenta a raiva e o desprezo por muito tempo? Quem gosta de indiferença?
Somos seres calorosos e nascemos para amar, para dar flor e fruto. Para conviver e compartilhar.
O inverno as vezes é necessário para que nos recolhamos, pensemos, reflitamos, mas não pode durar para sempre. É preciso viver, agir, florir, frutificar e renovar.
É preciso amar.
Chega uma hora em que o invernos cansa, irrita e prejudica. É quando já deu a hora de amar e nos recusamos a isso. Mas, uma hora, nem que seja quando estivermos praticamente congelados, precisamos mudar. Precisamos acender (ou reacender) a chama de nosso coração.
É hora de amar! Sabendo que nem a primavera e nem o verão duram para sempre. Mas, saindo da inércia e do inverno rigoroso que abate nossos sentimentos e nossas ações.
Vamos florir!!!
Novas oportunidades...
Abaixo aos vampiros de felicidade!!!
É duro, viu!!! Como é duro tentar fazer as coisas direito para ficar bem...
A vida é assim, cheia de gente que não quer ver nossa felicidade! As vezes a gente deseja mudar algo, se afastar de alguma situação ou pessoa simplesmente por que não está nos fazendo bem. Nem sempre é fácil, principalmente quando não temos controle total da situação. Quando é assim, muitas vezes acabamos por nos deixar levar pela tristeza. Daí, quando cansados de sofrer decidimos lutar por nós, pode acontecer de algo impedir que essa recuperação flua naturalmente. Tem pessoas que não querem mesmo que sejamos felizes. Que nos magoam e quando percebem que estamos nos erguendo novamente, voltam como zumbis ou fantasmas para nos assombrar. Começam o contato com frases idiotas, daí, quando percebemos, estamos novamente envoltos no mesmo movimento doloroso do passado. É como se fossem parasitas da nossa felicidade, ou vampiros de alegria. Não nos querem felizes. Voltam para orbitar em torno de nós, aproveitando da nossa fragilidade e carência, para revirar o passado e impedir o rompimento do vínculo. Por que? Eu não sei, mas chutaria "egoísmo", uma vez que na maioria são seres mais infelizes que nós, que não estão satisfeitos com a própria vida e jamais vão permitir que alguém que eles magoaram seja feliz antes que eles mesmos consigam ser.
O problema é deixamos esses seres voltarem para a nossa vida devido aos nossos sentimentos de carinho, potencializados pela carência.
Mas, uma hora temos que ser mais fortes, dizer não a esses vampiros de felicidade, dizer não à nossa própria carência, para buscarmos viver o presente, deixando o passado de lado. Só assim poderemos nos libertar dessas situações, e de nós mesmos, e construirmos um futuro melhor, mais tranquilo e saudável.
Temos que ter força para dizermos para esses seres:"Apesar do que sinto por você, não quero mais você na minha vida, pois eu me basto". E seguirmos adiante. Tá, tudo bem, quem me conhece sabe que eu mudo de idéia, vou e volto, principalmente quando tomo uma decisão de supetão, por isso estou dizendo o que é preciso ser feito. Para que eu mesma possa arregimentar forças e decidir. É preciso força para prosseguir na decisão e coragem para abandonar o passado, mesmo que pareça que ficaremos sem chão, pois, o chão está em nós. Eu estou buscando em mim essas forças, pois quero ser feliz hoje, quero ser feliz agora, deixando tudo que me magoou para trás, esvaziando meu quartinho de entulho sentimental e, mesmo que pareça que perdi tudo, perceber que estou agora com as duas mãos livres para receber o meu presente.
Amanhã é dia... de reunião
Sair ao encontro!
As asas do espírito
Da mesma forma como o deserto necessita de chuva...,
Da mesma forma como uma criança necessita de um nome...,
Da mesma forma como as rosas necessitam de água...,
...o espírito humano necessita de cuidado e atenção.
Esta existência terrena é a infância da Eternidade.
Esta existência terrena, tal como a infância, é um período de deleite, e também de aprendizado.
Somos aprendizes neste mundo inferior, e a nossa lição pode ser resumida em três palavras:
Purificar o coração.
O que é efêmero, e o que é Real?
Que coisas têm verdadeiro valor?
Sons e cores do mundo distraem os sentidos, e muitas vezes ofuscam aquilo que é Essencial...
Essencial é a ascendência, essencial é o aprimoramento interior...
Essencial é examinarmos o nosso coração, todas as noites, para verificar se tivemos lucros ou perdas no nosso capital espiritual.
Essencial é lembrarmos que a nossa passagem por aqui é finita, e que em breve seremos chamados a partir...
O nosso corpo físico assemelha-se a uma gaiola, e a nossa alma, a uma ave.
Chega o dia em que a Mãe Amorosa abre a porta da gaiola e diz para a ave do espírito:
“É chegada a tua hora, Voa...”
O que fará nesta hora a alma, recém-liberta da gaiola do corpo, conseguirá ela voar...?
No dia em que a gaiola do nosso corpo fenecer, estaremos aptos a voar com as asas do nosso espírito?
Devemos aproveitar os nossos dias, enquanto habitantes deste mundo inferior...,
...para fortalecermos as asas do espírito, de modo que possamos, na hora da morte, alçar vôo...
...rumo aos Reinos Eternos, rumo às Cidades Imortais.
As asas do espírito constituem-se das virtudes que cultivamos...
“...Vive, pois, os dias de tua vida, os quais são menos de um momento fugaz, mantendo sem mancha a tua mente, imaculado teu coração, puros teus pensamentos e santificada tua natureza...,
...de modo que, livre e contente, possas abandonar essa forma mortal, recolher-te ao paraíso místico e habitar, para todo o sempre, no reino eterno.”
Bahá’u’lláh
Que fazer com três dias de folga?

Feriado.....
Que tem para se fazer num feriado????
Eu gostaria de ir para casa, mas, e lá??? O que há para se fazer? Nada. Assistir TV e visitar os pais.. . Tá bom, tem amigas que eu gostaria de ver, mas uma está em GO, a outra, no TO, e outras, são ocupadas de mais...
Analisando, tirando meus pais, não tem por que ir para casa... Tá, os pais são excelentes motivos, ainda mais que estou morrendo de saudade deles, mas, para meu feriado eu queria outra coisa. Primeiro, ter uma casa para eu receber meus amigos...
Segundo, ficar com alguém muito especial nesses três dias...
Terceiro, sossego.
Mas, nem um, nem dois, nem três...
Então, o que uma pessoa sozinha no mundo, sem casa, sem namorado, tem para fazer num feriado???
O jeito é me vestir de grega e ir para Mogi....
ATRITOS
Não vou comentar... Melhor é aprender...
“Ninguém muda ninguém; ninguém muda sozinho; nós mudamos nos encontros.
Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.
Somos transformados a partir dos encontros, desde que estejamos abertos e livres para sermos impactados pela idéia e sentimento do outro.
Você já viu a diferença que há entre as pedras que estão na nascente de um rio, e as pedras que estão em sua foz?
As pedras na nascente são toscas, pontiagudas, cheias de arestas. À medida que elas vão sendo carregadas pelo rio sofrendo a ação da água e se atritando com as outras pedras, ao longo de muitos anos, elas vão sendo polidas, desbastadas.
Assim também agem nossos contatos humanos. Sem eles, a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar que não existem sentimentos, bons ou ruins,
sem a existência do outro, sem o seu contato.
Passar pela vida sem se permitir um relacionamento próximo com o outro, é não crescer, não evoluir, não se transformar. É começar e terminar a existência com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás, vejo que hoje carrego em meu ser várias marcas de pessoas extremamente importantes.
Pessoas que, no contato com elas, me permitiram ir dando forma ao que sou, eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor, mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvidas, com suas ações e palavras me criaram novas arestas, que precisaram ser desbastadas.
Faz parte...
Reveses momentâneos servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo, ainda nessa análise.
Começamos a jornada da vida como grandes pedras, cheia de excessos.
Os seres de grande valor, percebem que ao final da vida, foram perdendo todos os excessos que formavam suas arestas, se aproximando cada vez mais de sua essência, e ficando cada vez menores, menores, menores...
Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, e principalmente da grandeza de Deus, é que finalmente nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira de excesso para chegar ao seu âmago.
É lá que está o verdadeiro valor...
Pois, Deus fez a cada um de nós com um âmago bem forte e muito parecido com o diamante bruto, constituído de muitos elementos, mas essencialmente de amor.
Deus deu a cada um de nós essa capacidade:
A DE AMAR...
Mas temos que aprender como.
Para chegarmos a esse âmago, temos que nos permitir, através dos relacionamentos, ir desbastando todos os excessos que nos impedem de usá-lo, de fazê-lo brilhar.
Por muito tempo em minha vida acreditei que amar significava evitar sentimentos ruins.
Não entendia que ferir e ser ferido, ter e provocar raiva, ignorar e ser ignorado faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que se aprende a amar sentindo todos esses sentimentos contraditórios e... os superando.
Ora, esse sentimentos simplesmente não ocorrem se não houver envolvimento...
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final:
ATRITE-SE!!!
Não existe outra forma de descobrir o amor.
E sem ele a vida não tem significado.”
Roberto Crema
MEDO, de onde vem essa coisa?

Medo...
Eu sou medrosa, sou sim, e muito!
Tenho medo de tudo: De altura, de ficar sem dinheiro, de não conseguir trabalho, de mudanças, de perder coisas, de andar de carro com qualquer um, de ladrão, de escuro, de incêndio, de ficar sozinha em casa, de dormir... e por aí vai...
As vezes tenho medo até da minha sombra. E isso não é exagero!
O pior pavor é de mutilação. As vezes acho que vou perder algum membro do meu corpo. Isso me arrepia e me deixa desesperada!!! Coisa de louco. Sem contar o medo de acidentes e de ficar doente.
Daí eu me pergunto: Por que tanto medo? Qual a razão? De onde vem tudo isso?
Por enquanto, são perguntas sem respostas e o que consigo, quando vem aquela sensação de que o mundo vai acabar ou de que o chão está sumindo sob meus pés, é ficar apavorada, e, quando muito, lembrar de fazer uma prece.
Segundo a wikipédia, "O medo é um sentimento que é um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Pavor é a ênfase do medo. O medo pode provocar reações físicas como descarga de adrenalina, aceleração cardíaca e tremor. Pode provocar atenção exagerada a tudo que ocorre ao redor, depressão, pânico etc."
MAS, CARAMBA, DE ONDE VEM O MEDO?
Se alguém souber, me responda, por favor!
Quanto mais mexe...

Tem coisas que deviam mesmo ficar quietas............ Tem coisas que quanto mais se mexe, pior fica.
Coisas do passado são assim.
As vezes não conseguimos simplesmente deixar o passado totalmente de lado, porque nos apegamos, porque tememos mudanças, e isso torna tudo doloroso.
Daí, ficamos fuçando no que não se deve...
Meu Deus, por que simplesmente não podemos pegar o que passou, por numa caixa velha, deixá-la na calçada para o lixeiro levar??? Seria tão mais simples. Bom, acho que isso se consegue com o treino, não é?
Daí eu volto a lembrar daquela velha frase "O passado deve ficar em seu devido lugar"!
Passarinho, que som é esse????

Hoje estou ouvindo o CD o Hélio Ziskind, Meu Pé Meu Querido Pé... Tem várias faixas bonus com as músicas dos passarinhos que imitam instrumentos. Quem não se lembra do "Passarinho, que som é esse? Qual é o nome dele?"
Ouvi a música do ratinho tomando banho, escovando dentes... E mais um monte de músicas do Casltelo, além de canções do Cocoricó. Lembrei de quando ficava a tarde assistindo Cultura. E olha que já era bem grandinha. Gostava mesmo era do Ra Tim Bum, o original.
"Senta que lá vem estória", era tão engraçado. Imagem ruim, montagem precária, mas era muito bom. E a moça que contava estorinhas com objetos de casa? Tinha meia, vela, bexiga, espanador. Teve uma vez que a história era sobre um incêndio e a vela não acendia... Foi hilário.
Eu gostava da abertura. Eu tinha um jogo de pc no qual se montavam aquelas parafernalhas, um ventilador, uma bexiga, polias, peso, etc, tudo para acender uma luz, apagar uma vela...
Outra coisa que eu gostava, daí eu era menor, era o Glub Glub. Ouvi essa música também. Achava engraçado aqueles peixes com cara de gente, nadando no fundo do mar... A moça era a mais legal. E os desenhos de massinha? De mais! Sem violência, tão bonitinhos.
Essas coisas eu gosto de guardar, mas, como estão no meu coração, e não em caixas pesadas no quartinho dos fundos, não pesam nunca.
Esperar...........................
" Espere "![]()
ela tem seu tempo de cair
e saciar a sede da terra;
não apresses o por do sol,
ele tem seu tempo de anunciar
o anoitecer até seu último raio ;
não apresses a tua alegria,
ela tem seu tempo para aprender
com a tua tristeza;
não apresses teu silêncio,
ele tem seu tempo de paz
após o barulho cessar,
não apresses teu amor,
ele tem seu tempo de semear
mesmo nos solos mais áridos
do teu coração;
não apresses tua raiva,
ela tem seu tempo para
abrir-se nas águas mansas
da tua consciência;
não apresses o outro,
pois ele tem seu tempo
para florescer aos olhos
do Criador;
não apresses a ti mesmo,
pois precisas de tempo
para sentir a tua própria
evolução.
Minha vida em caixas
Estou atolada de caixas por todos os lados... E elas não param de aparecer. Tem caixa grande, tem caixinha, tem caixa quadrada, retangular... Não agüento mais tantas caixas!!! Mas, nelas está parte das coisas materiais que conquistei nesta existência. Roupas, sapatos, livros, Xerox, roupa de cama, coisas de cozinha para tudo que é utilidade... Ai, mas, mudança é assim mesmo, não é? A gente arruma tudo bem arrumadinho, limpa, joga fora, organiza, acha um monte de coisas que estava perdida em algum lugar...
Assim é também com nossos sentimentos. As vezes temos tempo para fazer uma grande faxina em nossas vidas, separar as coisas e ver o que não serve mais.
Eu tenho muitas caixas na minha vida. Tenho caixas que ficam escondidas no depósito do fundo, coisas que eu não uso mais, mas que não quero jogar fora.
Tenho caixas sempre abertas, de coisas que precisam estar sempre a mão.
Tenho coisas que não gosto de deixar em caixas, para que eu possa olhar sempre que quiser.
E caixas que guardam coisas que são usadas sempre, e precisam estar sempre bem guardas.
Tem também a cesta de lixo. Essa eu preciso aprender a utilizar com mais freqüência.
De todas as caixas, aquelas que ficam no fundo do quartinho, em baixo das outras, só ocupando espaço são as que realmente me incomodam. O problema é que não consigo jogá-las fora. E o pior é que esse volume aumenta sempre, uma vez que algumas caixas hoje em utilidade acabam indo parar lá. Naquele espaço tem de tudo: coisas de criança, brinquedos, lembrança da adolescência, recordações de relacionamentos que não deram certo, de amizades que se foram porque não eram tão verdadeiras assim... Enfim, tem de tudo um pouco. Mas, tem hora que o quartinho ameaça explodir, de tanta coisa que há nele. É hora de começar a jogar algumas delas fora... É, mas é difícil, pois, o apego atrapalha, daí, a gente ajeita aqui, mexe ali, e acaba arrumando mais um espacinho para mais uma nova caixa de algo que nos valia muito, que não nos serve mais, mas que ainda somos apegados para jogar fora de vez!!!
É, acho que estou precisando fazer uma faxina bem feita nesse meu quartinho, antes que as paredes explodam (novamente) e o teto caia bem na minha cabeça.
Era uma vez... um santo.

Uma das lendas mais conhecidas entre os antigos comenoespianos e a lenda do Santo.
Conta a tradição que em outubro de 1995, logo após o bispo de igreja Universal do Reino de Deus ter aparecido na televisão chutando a imagem de Nossa Senhora Aparecida, um grupo de jovens espíritas se reuniu numa 2a prévia da 6a Comjesp, em Araçatuba, para estudar... (será que foi só isso). O evento foi realizado numa creche católica.
Não vou entrar nos detalhes do encontro... Basta contar que apareceu mais gente que o esperado e tinha jovem dormindo em tudo que é lugar. Corredor, hall, banheiro, qualquer espaço servia. Teve um infeliz que dormiu dentro da banheira. Em um dormitório feminino, a coisa estava tão espremida, que até pisão em cabeça houve.
Mas, eu estava contando da lenda do santo.
Pois bem, o evento foi em menos de uma semana do episódio da Santa e o Bispo. Com tanta gente, era um tal de abraça para cá, saudades para lá... E os jovens corriam para se ajeitar, conseguir seus cantinhos nos dormitórios, deixar a mala. Isso, sempre entre um abraço e outro, e ao som do violão do Carlão, outra lenda...
O prédio era um sobrado antigo, daqueles cuja escada é o próprio corrimão. Reza a lenda que o pé direito do térreo era alto, fazendo a escada ser maior ainda. Encostado na parede da escada, sobre uma mesa alta, estava uma estátua de mais de um metro de altura de São Francisco de Assis. Conta a história, que a imagem era linda. Ele, de vestes marrom-aranjadas, mãos para cima, olhar para o céu, doce...
Segundo disseram, a imagem teria vindo de portugal e era antiqüíssima... E estava ali protegendo a creche, tinha sido benzida por não sei quem super importante na hierarquia católica... Enfim, quase um patrimônio. Como santo é santo e teoricamente não faz distinção de credo, a imagem estava lá para cuidar dos agitados jovens espíritas dos anos 90.
Então, abraça para cá, abraça para lá, violão, muita conversa, algazarra (naquela época era brabo), um moço foi subiu, mala na mão, para conseguir seu lugarzinho em algum canto. Rápido, ele foi subindo, agitado, enquanto outra moça estava lá embaixo, em meio a abraços, ouvindo o violão. Nesse minuto que entrou para a história, Carlão, o violeiro, começa outra canção, acompanhado pela moça, chamada Gisele. Gi, bonita, que chamava atenção do outro rapaz, cujo nome não vou revelar, se empolgou na música, sendo ouvida pelo tal moço na escada, de mala em mãos.
Preciso dizer o que aconteceu?
Bom, para os que não conseguiram ainda advinhar eu conto:
-Adoro essa música!!!
Foram essas as últimas palavras ouvidas pelo santo, pois, ao dize-las, a empolgação do rapaz era tanta que ele simplesmente abriu os braços e a mala foi caindo, caindo, caindo, até enroscar nos braços da imagem, voltados ao céu.
O resultado?
Caquinhos dos braços de Francisco de Assis, muita conversa, bronca, cara feia e colo.
Ah, como desgraça pouca é bobagem, a diretora do Departamento de Mocidade na época, que era conhecida pela sua, digamos, braveza, resolveu aparecer justo no encontro de Araçatuba. Daí o pau comeu solto!!! Não com o moço da mala, nem com a moça da voz, muito menos com o violeiro, mas, com a galera que fez daquilo um verdadeiro fuá! Com bronca ou sem bronca, independente da fala da onça, digo, chefa: "Acidentes acontecem", a história se propagou e mesmo quem não viveu os anos 90 nesses encontros já algum dia ouviu falar no santo que virou pó!
Quem não sabia, agora sabe...
Mas, isso é só lenda.
Era uma vez...













