Tem coisas que não morrem nunca, mas não porque insistem em sobreviver,mas simplesmente porque elas são tão lindas, tão limpas, tão suaves e sutis que transpõem os limites da matéria, do tempo e do espaço.
Muitos amores vão embora e deixam vazio, dor, mágoa.
Mas tem outros que são tão bons, tão lindos, tão serenos que só deixam uma sensação de paz.
A gente costuma dizer que é louca ou louco por fulano, por ciclano, mas, alguém é são por alguém que já se foi???
Tem pessoas que são assim, que são tão doces, tão queridas, tão suaves que nos fazem sentir paz quando lembramos delas. Eu tenho um amor assim, que se foi sem nunca ter sido, que era algo tão bom, tão perfeito que a única coisa que atrapalhou foi o tempo e o espaço. Temos íntimos diferentes, espaços desconexos.
E ele foi... e foi sem deixar dor.
Mas era tão verdadeiro em mim que ainda vibra em minha alma e sempre que estou bem e serena ele aparece em desdobramento para falar das antigas promessas, dos planos, da vida atual, das nossas dificuldades, dos caminhos diferentes que decidimos seguir, e do nosso sentimento.
E sempre fica como uma promessa para um futuro que extravasa o limite dessa matéria e desse tempo presente
Sonho sempre com ele. Sonhos reais, com cor, cheiro, som, tato. Sonhos lindos e tranquilos que deixa muita saudade e muita paz.
Lembro em uma das últimas conversas nossas que ele disse que não estava triste, pois sabia que existiam outras vidas. Na época aquilo me conformou, pois eu que não quis tentar naquele momento e pensei "bom, se ele não está mal, fico bem". Esse é o tipo de desculpa que os espíritas dão: a próxima vida. Mas, hoje, depois de tanto tempo e tanta coisa que passei, de tantos relacionamentos tumultuados e dolorosos, acredito nas palavras dele.
E acredito porque simplesmente é algo diferente. Jà não o vejo há alguns anos e tenho muito pouco contato, quase nulo, mas em meus sonhos, nos momentos de paz e felicidade, lá está ele.
NO começo, os sonhos eram bons, porém perturbadores. Eram sempre promessas de mudar a realidade dos caminhos que escolhemos. Hoje, são apenas conversas a respeito desse caminho, a aceitação dolorosa de assumirmos as nossas escolhas e as tornarmos decisões de felicidade.
O último foi assim. Real, verdadeiro, saudoso e respeitoso. Como foi bom sentir o cheiro dele, o carinho do abraço fraterno, olhar aqueles olhos doces cheios de amor e ter a tanquilidade de que estamos ligados pelo amor que liberta e que um dia nos fará caminhar juntos na existência com o entendimento de almas que superaram a separação, amadureceram separadas e se encontrarão no mar de afinidades que possuem.
Poucos dos meus amigos sabem dessa história e os que sabem não sabem o quanto ela é assim para mim: saudadosa, resolvida por agora, doce e feliz.
Acho que esse é o verdadeiro amor, aquele que liberta e que é paciente. Acreditem que nem ciume eu tenho!!!
As outras histórias são diferentes e, infelizmente não são assim. Contudo, acredito que não sejam assim simplesmente pela natureza da ligação, do sentimento e pela história pregressa.
Sinto, do fundo da minha alma, que essa história é unica para mim. Mas desejo, do fundo do meu coração, poder esgotar todas as chances de cada uma de minhas histórias para poder sentir o que sinto em relação a essa: paz.
Mas, esgotar, para mim, não é não tentar, nem desistir, nem me esconder de uma história atrás de outra, e outra, e outra... É poder olhar para trás e dizer: Sou feliz, tentei tudo que pude e agora sou serena.
Nessa que contei nem tinha o que tentar, ela foi e não foi por desencontros da matéria.
As outras são desencontros do espírito e são esses quem precisam se resolver.
Encontros desencontrados
o movimento e eu
Tenho pensado muito na minha vida, nas minhas escolhas, no tempo, no futuro...
Tenho pensado muito no meu presente, no significado da Mocidade Espírita hoje na minha vida e no próprio movimento de mocidade... Significado para o meu movimento intimo...
Quando entrei na mocidade, não sabia muito bem o que eu estava fazendo, mas sentia uma força que me impelia a ir todos os domingos, das 10h15 às 12h, sem falta, na Mocidade Espírita Renascença. Demorei muitos anos para perceber o quanto eu gostava de lá.
Minha dificuldade era grande, pois todos já se conheciam há muito tempo, eram bem amigos, e, na maioria, bem expansivos e eu, apenas uma adolescente extremamente tímida e assustada. Quase morri na primeira vez que tive que fazer a explicação do evangelho.
Alguns meses depois do meu ingresso, um tal Edenilson, que era uma coisa chamado assessor, que também era da minha cidade, foi nos convidar para uma tal de Comenoesp, numa cidade chamada Ilha Solteira. Estávamos, então, em 1995. Na hora, meu coração bateu forte, acelerou, mas, precisava ter 1 ano de mocidade e eu não tinha. Se fosse hoje eu iria conversar, mas, naquela época, fui para casa engasgada, sem coragem pra dizer nada. Ah, esqueci de mencionar que quem me levou para mocidade foi uma colega de classe, chamada Daiane, a quem sou grata até hoje. Eu já freqüentava o mesmo centro que ela, mas, como eu já disse, era tímida demais para aparecer em outro horário, naquela imensidão que um dia foi o meu lar.
Em outubro do mesmo ano houve, na cidade vizinha à minha, uma tal de 2a prévia de outro evento com nome complicado: Comjesp. Ah, era do lado de casa, então eu fui. Foi muita gente de Birigui, inclusive ex-colegas da outra escola, que iam numa outra mocidade. Chegando lá, a Daia já tratou de me apresentar para uma galera, que era a galera dela, e que, mais tarde, bem mais tarde, tornou-se a minha também. Eles eram sede, eram engraçados, e tinham a minha idade. Eu não estava acostumada com tanto carinho, era tudo muito estranho, mas consegui fazer amizade com dois moços de Marília que, como eu, estavam em fase de vestibular. Cada um conseguiu o que queria na época. Ah, trocávamos cartas. Sim, cartas, com selos, carteiro e tudo mais. Tempos bons os das cartas. Era tão gostoso recebe-las, ir conhecendo as pessoas pelas palavras, pela letra, pelos borrões das lágrimas de saudade. Elas demoravam para ir e vir e talvez isso as tornasse ainda mais preciosas.
No ano seguinte, fui para essa tal de Comjesp. Era a 6a, em Franca. Eu, ainda tímida, mal conseguia falar o meu nome a minha cidade sem querer chorar. E quando o estudo acabava e tinha que ir ao páteo, era uma tortura, pois tinha medo de que meus colegas não tivessem saído. E, falo apenas das pessoas de Birigui, do meu irmão, que foi importantíssimo nessa fase, e um ou outro que estava conosco no ônibus. Éramos, nós, da 4a, um grupo fechado. Fechado no sentido de unido, de caloroso e de bagunceiro. Muuuuuuuuuuuuuito bagunceiro. Claro, entre eles estavam todos os que, em alguns anos, tornar-se-iam meus grandes amigos. Queríamos tocar até o amanhecer, invadimos o palco dizendo “Franca valeu, foi, foi um tesão”, desobedecíamos o assessor, e, ainda, no final, os meninos fizeram a esquete “A Caminho da Luz”, que prefiro nem comentar.
Aquele evento foi tão intenso e deixou em mim marcas tão fortes, que ecoaram e ecoam até hoje. Sinto cheiros, sons, sinto a força do que senti naquele dia. Aquele evento mudou a minha trajetória na mocidade e na terra.
Por muito tempo, ainda, continuei sendo a adolescente tímida, com baixa auto-estima, vergonhosa, entendiada, mas, sempre, sempre, ajudei em tudo, participei das reuniões, trabalhei na casa. Era feliz. Não bagunçava e me tornei uma excelente aluna na escola. Ah, na verdade, era a melhor. Em 97 a Daia me chamou para ir a um acampamento de carnaval. Meu pai não deixou. E, mais um ano de deslocamento e alegrias passou.
Engraçado lembrar agora. Lembro que eu gostava muito de ir e não faltava em uma reunião de mocidade e nenhum encontro. Nunca faltava mesmo. Só para prestar vestibular. E, ao mesmo tempo que tinha vergonha de um monte de coisas, adorava. Sofria quando meus amigos não estavam na mesma sala, ou no páteo comigo, mas, tinha algo, algo que só com o tempo eu descobri, que me impelia para ali. Ah, e tinha carinho, tinha música, tinha estudo, e muita comida gostosa. Lembro da geléia de figo, da 1a prévia de Garça, em 1997. Meu Deus, que maravilha!
Mas, o ano seguinte foi um dos mais intensos na minha vida. Ainda em 97 fiz amizade com uma garota, Kika. Isso foi no dia do meu aniversário. Ela foi muito especial na minha existência e me ajudou a começar a gostar de mim. Um anjo... Literalmente, um anjo.
Já no comecinho de 98, na 3a prévia, em Jaú, o Edenilson, ainda assessor (e seria ainda por mais 2 anos), nos dividiu pelas regiões e saí de lá como secretária administrativa do DM-R Araçatuba, o mais tradicional da assessoria. Meu irmão era secretário de doutrina, o Fábio, amigo querido que sumiu no mundo e quem eu não soube amar como merecia, secretário de divulgação, e o gordinho, diretor. Ah, o gordinho era o tal amigo da Daia, com quem eu conversei na 1a prévia e que me chamou para ir ao bendito acampamento de carnaval.
Logo depois disso e com meu irmão no movimento, meu pai permitiu que eu fosse ao acampamento. Foi incrível. Não há como descrever o clima, as brincadeiras espontâneas, as tradições, e quantos afetos nasceram daquela experiência. Eis as pessoas que citei no início do texto. Essas pessoas, que nos encontros eram os ditos mais “populares” e que também eram trabalhadores assíduos do movimento, eram divertidas, engraçadas e, sobretudo, amigas. Eram os “incontŕaveis”, cujo título eu invejei por muito tempo. Eu sentia que tinha uma família, e tinha mesmo. Embora a vida tenha feito com que cada um de nós tomasse um rumo diferente e, por algumas vezes, estivéssemos tão perto e tão longe, ainda os amo e sou grata pelo acolhimento: Henrique, Batavo Gordinho, Alexis, Marvin... são os que mais convivi.
O Gordinho tornou-se meu diretor e me ensinou o que era DM. O Henrique, por muitos anos, foi meu mentor, meu exemplo, meu espelho. Acho que ele nem sabe disso... O Alexis sempre foi um cara que eu admirei, inteligente, até demais!!! Mas isso as vezes atrapalhava. Com o Batavo, dividi a pior dor que senti na minha existência atual, quando a Kika desencarnou, poucos meses depois, e o Marvin permaneceu e permanece na minha vida, amigo querido, psicólogo, cuja família eu também amo. Edenilson foi incontrável sem nunca ter sido foi meu exemplo de líder nas experiências que viria a ter anos mais tarde, com as quais nunca imaginei.
98 foi crucial, também, pois aconteceram, além do acampa e do desencarne da kika, mais 2 coisas. A minha primeira monitoria e a mudança para Londrina. Bom, tive que monitorar, uma vez que os estudos eram separados por regional e, como secretária, precisava participar. Foi lindo. Nesse contexto conheci algumas pessoas importantes, mas vou destacar três: Andréia, de Jaú, exemplo de organização, de trabalho, de eficiência. Para mim, por muito tempo ela foi a melhor diretora regional que a 4a já teve. Robson, que tornou-se um amigo querido, com toda sua família. E a Jane. Jane, minha querida, que mudou a história da 4a assessoria, e, conseqüentemente, a minha. Minha amiga, mãe, madrinha, irmã... Como senti falta em cada uma das vezes que nos despedimos dela na sua “ultima” comenoesp que demorou para chegar, mas que chegou (será?).
Bom, fui para Londrina estudar, mas nunca estive em Londrina de fato. Sempre me mantive grudada no telefone, na internet e, é fato, eu sabia de tudo que acontecia no movimento e buscava participar ao máximo. Nessa experiência, morando fora e sem dinheiro, aprendi a desenvolver outra coisa: a vontade. Meus Deus, como ela movimenta mesmo as circunstâncias Não vou contar aqui cada carona que consegui, cada bico que me serviu de recurso ou cada amigo que me ajudou. Eu quis, eu consegui. Fiz a escolha de continuar no movimento, mesmos estando longe e sem dinheiro. Consegui. Faltei em uma única prévia, pois tinha meu TCC para fazer. Mas, comia arroz com polenta para ter grana pra viagem, para monitorar a Comjesp. Ah, de novo ela aí. Passaram então 5 anos... É, 5 anos...
Monitorar a Comjesp de Ribeirão foi outro marco em minha vida, outro divisor de águas. Com ela, veio a tal da vontade, e a integração do pessoal de Caminheiros. Eu chorava ao telefone dizendo que não teria dinheiro para ir às reuniões, que talvez nem fosse ao encontro. Lucas e Marlete sempre diziam que tudo ia dar certo. No dia do encontro, aliás, no último dia, na reunião de monitores, eu só chorava, alias, quem ali não só chorava??? E o Lucas me lembrou dessa fala. Anos depois, eles foram o recurso material para eu viajar, continuar a participar Eles e um cara que viajava todo fim de semana de Londrina para Prudente e não cobrava nada... Era o cara das batatas. Olha a vontade aí arregimentando recursos.
Me formei sem nunca ter estado em Londrina. Fiz amigos lá sim, que amo e trago comigo até hoje, mas eles também sabem que eu nunca estive tão lá. No dia que eu fui para Birigui, havia uma reunião em Marília. Cheguei, descarreguei a mudança, após um dia cheio, carro quebrado, pós colação de grau, despedidas, esperanças, tomei um banho e fui com o Edenilson para a reunião.
Nesse dia começou a minha crise.
Ah, esqueci de dizer que de menina tímida, me tornei alguém conhecida por uma alegria expansiva e contagiante, faladora, que cantava, brincava, ria, dava bafão, cheia de amigos, sempre rodeada de pessoas, e consegui dar muito amor.
Mas, com a formatura, a minha primeira crise. Não queria ser mais tão alegre e queria ter direito aos meus dias de bode. Revoltei-me comigo mesma pelas escolhas que fiz e por não ter curtido a faculdade e meus amigos. Cheguei a faltar em prova para ir em encontro... Enfim, pensei em sair, me afastar e me dei até a Comenoesp de 2003 (já era fevereiro) para pensar. Lembro da Fran, amiga de Prudente, falando... Espera até a comenoesp.
Beleza, esperei. Mal sabia eu que, depois daquilo, seria impossível desistir.
Novamente o pessoal de Caminheiros estava conosco e, por intermédio de uma respeitada e queria médium, tivemos contato com a espiritualidade amiga. Naquela 1a reunião, logo após a comeno, tudo fez sentindo. Entendi o que era aquela força que me arrastava para a mocidade e para os eventos e como tudo foi cuidado pela própria espiritualidade para chegarmos até ali. Muita coisa fez realmente sentindo...
Mas, a crise nunca mais foi embora. Contudo, observando agora, talvez seja a crise pelo amadurecimento e não pelo movimento, pois era algo meu, algo dentro de mim, uma autocritica muito grande e um desejo constante de mudança...
E o tempo passou, assumi mais responsabilidades, fiz mais amigos dentro e fora da assessoria. Vou citar 3, neste momento, todos de Rio Preto: Pri, Regiane e Rodrigo. Posso dizer que o Rodrigo é alguém cujo sentimento que tenho não consigo explicar. Certante não é dessa existência, pois eu já o conhecia sem conhece-lo de verdade. É alguem cujo tempo, a sinceridade e a transparência me permitiram que saísse da esfera do DM para entrar na minha vida pessoal (como alguns acima, mas com ele é especial, pois trabalhamos juntos por 2 gestões).
E o tempo passou, fiz mais amigos, mais amigos e mais amigos...
Daí, vou falar do último divisor de águas , da minha vida até agora, a Comjesp de Rio Claro. Estamos em 2006.Puxa, já se passaram dez anos! Sou uma profissional formada, que não gosta da profissão, com vontade de mudança, querendo coisas na minha pessoal e com uma mancha no estranha no ombro. Essa monitoria foi incrível vejo quantos dos atuais líderes do DM hoje surgiram nela ou nela estavam. Conheci gente, reconheci, reencontrei, desfiz más impressões, e fiz outras também. De Rio Claro, saí pronta para mudar de emprego, procurar um médico, tornei-me assessora e comecei uma história tão difícil e tão misturada com o DM como minha própria vida.
A Comjesp de Rio Claro mudou minha existência, pois, ao assumir a assessoria, junto com a Fabi, fui obrigada a aprender o que hoje tenho de sobra: CORAGEM. Alguns contatos fora da 4a eram difíceis e precisei aprender a me defender, e sentia que tinha que defender os meus também. ME tornei mãe, pai, tia, professora, chefa, amiga, patroa, enfim... Aprendi a desenvolver a responsabilidade, a falar quando tenho vontade, a brigar se for preciso. Claro que errei e extrapolei muitas vezes, mas estava aprendendo. O Edenilson foi meu exemplo de assessor, o Guto, de líder. Sou grata a ambos por me permitirem aprender com eles. Hoje, sinto que os superei. Não porque sou melhor, porque nenhum é melhor que o outro, mas porque hoje não os olho de baixo, nem lhes tenho medo, são amigos.
As crises continuaram, horas por ver que algumas pessoas, incluindo a mim, tem o discurso cristão apenas no verbo, ora por me sentir traída por quem eu abrigo e confio, ora por me sentir perseguida, injustiçada, julgada com o evangelho (que deveria ser de amor). Esses momentos de crise ainda existem e me fazem querer desistir, pois sei que posso ser espírita em casa, no trabalho, na escola, no trânsito, no condomínio, na rua, sem precisar do movimento.
Mas, ainda sinto que tenho coisas a fazer, a contribuir, por gratidão, por amor à causa, aos jovens e a mim mesma. É, a crise não passou, apenas foi mudando como eu mesma mudei. Mudou a causa, mudou o foco, mas elas estão aí, vibrando a cada decepção, desapontamento, e sei que mais dificuldades virão, afinal, é ano de Comjesp e a espiritualidade está alvoroçada. Eu mudei, cresci, conheci outras pessoas, refiz, reforcei e desfiz algumas imagens e hoje encontro-me longe da minha base querida, minha 4a assessoria, amando pessoas dos outros trés quartos de estado... Vim para São Paulo, após, por anos, recusar-me a sair da 4a, para estudar, para encontrar comigo mesma nesta jornada que acredito que será a última dentro do movimento.
Quis recordar e dividir em algumas (muitas) linhas um pouco do que foram esses anos todos, o que eles mudam em mim, como o movimento me ajudou e como, nesse tempo, eu amei e fui amada...
Para finalizar, vou escrever algumas palavras que fazem sentindo para uns, para outros, para minguem, mas que fazem muito para mim, cenas, uma vez que o filme todo completo está no meu coração:
Nilsão, Sr Au, groselha de Jaú, Carlão e seu violão, a lua de Marília, ping-pong e piscina de bolinha no bezerra, pipoca, evangelhos grudados na parede e no chão, “só pode haver um”, cachorro quente seguido de grito de dor, porpeta de soja, Ana person, moacyr camargo e plínio oliveira, crachá em forma de raio, balada na comeno, maquina de suco de jaú, copinhos coloridos, rojão a meia noite, átomo de magnésio, pão caseiro com serenata, assessoretes, “leitinho quentinho” e “etiquetinha”, galak e diamante negro, “vim vos lembrar do compromisso que assumiram (...)”, acordar com violino, shopping de jaú, maca da carol, 7 pessoas em 4 colchões, tanguinha de oncinha, osni, reuniões “de portas fechadas”, pastel de 7 queijos, carro sem gasolina, peneus furados (muitos), chá com leite, corações liláses.
Retomando...
Puxa vida... Quando eu comecei com este blog, escrevia sempre. Depois fui deixando, deixando... Quanta coisa eu já escrevi aqui.
Esses dias pensei em apagar alguns posts de coisas da vida... Coisas não tão agradáveis. Mas, elas existiram e estão aí, deixaram marcas, receios, ressentimentos, lembranças...
Espero que eu consiga retomar com mais disciplina nesse semestre!!!
As vezes penso em escrever tanta coisa, mas, quando chega a hora de sentar na frente do pc, pufff, passou...
E agora??? Agora não quero nada...
Descobri... O problema nunca fui eu...
O último final de semana foi coroado de alegrias, realizações e surpresas... Depois, se eu lembrar, eu conto melhor, mas, hoje, quero falar a respeito de algo que percebi com o movimento todo destes dois dias.
Fui participar de um evento que foi organizado por dois grupos, juntos. A idéia foi minha, a princípio, ainda em 2008, e foi abraçada por espíritos magníficos (Na verdade, a idéia veio para mim).
A intenção era unir dois grupos que não tinham contato entre si, mas que pareciam muito parecidos em diversos aspectos. A idéia era união...
Um destes grupos foi o grupo em que eu cresci e no qual passei mais de dez anos da minha vida. Adolesci e amadureci entre eles. Fui participante, trabalhadora, monitora e líder. Esse grupo me viu chorar, rir, brincar, cantar, dançar, gritar, brigar, cobrar ao longo de todos estes anos. Mas também me viu amar, e muito...
Do outro grupo me aproximei mesmo nestes dois últimos anos. Eles foram meu alento e meu repouso quando, já cansada pelas tarefas que exigiam de muito de mim, e já extremamente ferida pela vida, eu precisava apenas participar, sem preocupações com horários, roteiros, etc. Claro que isso não durou muito, pois sou uma trabalhadora por natureza. Esse grupo me viu triste, cansada, depreciva, mas também me viu sorrindo, abraçando, dançado e, claro, amando...
Paralelamente, existe um outro grupo. Por respeitar minha realidade e acreditar que a espiritualidade tem planos para todos nós, eu tentei, com este terceiro grupo, ser legal. Posso dizer, hoje, que já tentei de tudo com eles. Já tentei ser meramente burocrática, trabalhando com dados, números e prazos, e não deu certo. Tornaram minha vida um verdadeiro inferno.
Depois, com auxílio da espiritualidade, percebi que deveria amá-los, assim como eu amo os dois primeiros grupos e várias pessoas de um outro grupo que não citarei aqui. Nessa tentavia, procurei me aproximar de todas as maneiras, mas, nada adiantou.
Tudo que eu faço, eles tomam como provocação. Se eu pergunto, é para provocar, se eu não pergunto, é para deixar a coisa "ir para o buraco" porque eu quero que se ferrem.
Se eu procuro estar perto, é para "chamar atenção", se eu ignoro, "estou ignorando".
Eu tentei, juro que tentei... Tentei puxar assunto, tentei ser legal por e-mail, tentei de tudo... Mas, tudo em vão... Há sempre uma muralha e a cada tijolo que eu tiro, mais três são colocados por eles.
Por muito tempo, achei que a culpa era minha, que eu não sabia lidar com eles, etc, etc, etc... Que eu tinha que aprender...
E foi assim, até este final de semana.
Neste final de semana, parte deste pequeno grupo estava no evento.
Agora, sigam meu raciocínio:
Havia umas 150 presentes.
Delas, uns 10% são novos e não me conheciam ou pratricamente não me conheciam.
Mais uns 5% não gostam de mim, pois, quando eu era assessora, os mandava dormir e não os deixava badernar de madrugada.
O resto demonstrou admiração, respeito e carinho.
E esses três, que fizeram questão de mostrar o quanto não gostam de mim. (Na verdade, tem um lá que é um caso a parte)
A partir daí, eu percebi que o problema não sou eu... Se eu sou amada por gente de todo o estado, sendo eles muito diferentes de mim ou não. Se me respeitam, me admiram, tendo convivido comigo tão intensamente e por tanto tempo, o problema não é comigo.
Se de 150 pessoas só 3 me tratam mal, o problema não sou eu. Definitivamente, não sou eu... Desses três, um tem problemas comigo e os outros dois não me conhecem. Se bobear, não me viram nem dez vezes em toda minha vida e compraram o peixe que esse primeiro vendeu.
Eu percebi que, para trabalharmos juntos, não precisamos ser amigos, nem nos gostarmos. Sim, é muito melhor trabalhar entre amigos, rir, abraçar e amar. Mas, tenho isso naturalmente com todo o resto de pessoas, então... O problema não sou eu.
Decidi que irei em todas as reuniões, quer eles gostem, quer não. E, caso desejem se sentir atacados por tudo que eu perguntar ou falar, o problema não é meu, mas de quem está sentindo.
E se não quiserem ser corrigidos, é fácil: Façam tudo 100% certo.
Se não quiserem ser questionados, sejam 100% claros.
Mas, se quiserem se sentir melindrados, o coração, o estômago, a saúde não são meus.
A minha parte eu fiz.
A vida mostrou que o problema não sou eu. E mostrou matematicamente.
Quem estava em Brotas viu!
E, sabem, me senti muito amada em Brotas. Mas, eu amo muito também. Meu coração enche de saudade, dói, e sente falta de cada um.
Ainda tenho certeza de que vim para cá para aprender a amá-los e não vou desistir disso. Eu posso e vou amar esses seres tão diferentes de mim e que fazem questão de me tratar mal. Sabem porquê? Por que o amor é bom para quem o emite!
Não preciso ser amada para amar.
Não preciso fazer todas as vontades para amar.
Não preciso dizer sempre sim para amar.
Não preciso me omitir para amar.
Para amar, basta querer, e a justiça, a ponderação, o perdão, o carinho farão parte do pacote a cada dia...
E, amar que nos ama é fácil. Sei que agora estou pronta para amar incondicionalmente, na medida dos meus limites espirituais, caso contrário, eu não estaria onde estou hoje.
Buscarei no amor espiritual, no Cristo, e no amor que já desenvolvi forças para mais este desafio existencial.
BALANÇO DO ANO???
Hoje é o último dia do ano, aliás, é praticamente a última hora do último dia do ano...
Eu gostaria de fazer um balanço do ano, mas não dá... Há muita coisa pra escrever e muita coisa pra se pensar, coisas que não desejo publicar neste momento.
Contudo, quero registrar alguns acontecimentos e pesamentos.
Primeiro, gostaria de ter escrito mais neste blog, mas a falta de tempo ou falta de humor não permitiram.
2009 foi um ano diferente.
Este ano, minha vida mudou completamente.
Primeiramente, porque acreditei em algumas coisas que não aconteceram e que não eram verdadeiras e isso acabou por me machucar demais por muito tempo.
Mas, houve muita coisa boa também.
Finalmente, tive coragem e corri atrás de coisas realmente importantes. Aliás, posso dizer que saltei. Saltei mesmo. Fui ao encontro de mim mesma, na cidade mais cinza do pais, onde eu nasci.
Há muito tempo a consciência já acusava essa necessidade, mas o medo e o apego paralizavam-me os movimentos.
Muita coisa mudou em 2009.
Finalmente, "sai" da 4a assessoria. E quem me conhece há algum tempo sabe exatamente quão grande foi esse passo. Afastar-me fisicamente daqueles que eu amo não é fácil. Ficar longe da "barra da saia" de pessoas queridas que sempre me aconselharam, não ter mais o "tio Carlos" para cuidar de mim ou o Ed ou o Guto sempre perto para serem meus "mentores" obrigou-me a ser mentora de mim mesma. Sim, cresci e me vi tomando decisões sozinha e criando de um jeito que eles não fariam. Essa sou eu.
Mas, ficar longe dos meus amados amigos os quais eu via pelo menos uma vez por mês (as vezes duas ou três) não foi assim tão fácil. Agora, tenho todo um estado para atravessar se quiser vê-los. Ainda assim, pude participar da vida deles, como sinto que eles vêm participando da minha.
Conquistei novos amores entre os amigos que fisicamente nunca estiveram perto. Amizades amoras cujas facilidades da vida contemporânea contemplam com as bênçãos da convivência virtual praticamente diária. Nesse aspecto, fortaleci laços e estabeleci novos. Sou grata por isso.
Mas, longe do que seria o meu "lar", o noroeste do estado de São Paulo, buscando manter meu colorido na cidade cinza, eu sofri. Sofri muito, fui incompreendida, julgada e condenada sem ser ouvida, obrigada a tornar-me uma leõa para defender-me de outras feras. No final, posso dizer que estou feliz também.
Lá, não tenho muitos "amores construidos" com a convivência harmoniosa e alegre do interior, mas posso dizer que estou tendo a melhor oportunidade de aprender a amar e é exatamente lá onde devo estar.
É fácil amar meus amigos, que me aceitam mesmo conhecendo meus defeitos (de verdade). É fácil amar quem me ama. É fácil amar seres afáveis, alegres e carinhosos, entre os quais me sinto em família.
Mas, o desafio é amar os seres que acreditamos que já nos prejudicaram em várias esferas da nossa vida. Como é difícil amar, sentindo-se atacada, perseguida, analisada e veladamente criticada o tempo todo. Como é difícil olhar para aqueles seres que sabemos que já contribuiram para muitas de nossas lágrimas derramadas e vibrar coisas boas. Esse foi meu grande desafio este ano.
Posso dizer que, na medida das minhas imperfeições, eu tenho vencido. Tenho buscado não desconfiar o tempo todo, dar um voto de confiança e tenho me esforçado muito para evitar enxergar ataques velados em cada palavra, em cada linha, em cada sorriso ou abraço.
Neste grande desafio, sentimentos contraditórios ocupam-me o coração o tempo todo e a vontade de permanecer distante para meu conforto particular entra em conflito com o ser espiritual que deseja aprender a amar mais e mais a cada dia, buscando redimir-se das falhas que cometeu e buscando, sobretudo, aprender a perdoar.
Sei que esses seres não são melhores nem piores que meus amores do interior, são apenas DIFERENTES, pois cada um é único. A eles posso dar apenas o que eu tenho dado ao mundo: EU MESMA.
Desse modo, se eu sou tão amada como sei que sou pelos meus queridos amigos que estão espalhados pelo interior paulista, acredito que posso dar a chance de que me conheçam e tirem conclusões a meu respeito não pelo que alguém extremamente magoado contou a meu respeito, mas por mim mesma. Sei que não sou boazinha, não sou fácil, que sou brava e exigente, mas também conheço a minha capacidade de amar, de ser carinhosa e atenciosa e, principalmente, de ser transparente e verdadeira. Não finjo que gosto ou que amo, mas não me recuso a gostar ou amar.
Eu sou, sim, uma pimenta caramelada, mas essa sou eu, do jeito que sou e estou feliz por poder compartilhar o meu coração com aqueles cuja a vida me colocou próxima neste momento.
Então, posso dizer que este foi o ano dos laços.
Foi o ano de afrouxar laços sufocantes
Foi o ano de atar novos laços
Foi o ano de desfazer nós.
Estar longe dos que amamos é difícil sim, mas o amor simplesmente é. Ele é em qualquer lugar.
Fazer novos laços com seres outrora desconhecidos é uma experiência encantadora e, no convívio, muitas vezes nos enganamos e o que parece sólido, não é. Isso também é normal.
Buscar desfazer os nós para que, no futuro, eles sejam transformados em laços é uma oportunidade DIVINA.
Posso dizer que, no final das contas, eu não passeei o tanto que eu gostaria, quando mudei pra São Paulo, não fui em todos os lugares que planejei e nem estive com todos com quem eu achei que estaria.
Sinto-me em falta com muitos dos meus familiares, dos meus amigos de Birigui que lá moram, com as minhas amigas da UEL. Mas, por outro lado, conheci novas pessoas, algumas eu já amo, como minhas companheiras de Mocidade, reencontrei antigos desafetos e estive com eles em muitos momentos, alguns frios, outros dolorosos, mas, sempre, sempre, oportunos para despertar o amor.
Os teatros, os cinemas, os museus ainda estão lá. Minhas amigas queridas jornalistas também, e eu poderia dizer que, como resolução de ano novo, prometo a mim mesma que estarei mais com elas, que aceitarei mais seus convites, etc, etc, etc. Mas, isso fazia parte da resolução de 2009 e não foi bem assim que aconteceu.
Então, sem metas, sem planos, sem propostas fixas para 2010, a não ser essa: AMAR!
Desejo, sim, econtrar tempo e disposição para tudo, o que, muitas vezes, não tive, mas, sobretudo, quero chegar no final de 2010 assim, como cheguei este ano, grata. Foi um ano difícil sim, talvez o mais difícil de toda minha vida. É, acho que posso dizer que foi sim. Mas, também, o mais rico e mais maravilhoso.
E sei que 2010, que chegará em alguns minutinhos, será assim, maravilhoso, pois é assim que quero ver o mundo: OPORTUNIDADE PARA AMAR.
FELIZ 2010 PARA TODOS NÓS!
Ontem eu vi o papai noel...
Sério, sem brincadeira, ele existe e mora no Taboão da Serra!!!
Ontem eu estava com uma amiga no mercado, fazendo hora até irmos ao Centro Espírita, comendo, rindo nas lojinhas, vendo as chinchilas roedoras bonitinhas, quando decidimos entrar no mercamos propriamente dito. E, enquanto eu terminava de matar meu pastel, quem vimos bem na entrada, pesquisando atentamente no folheto promocional? O próprio São Nicolau...
Claro que ele estava à paisana, afinal, no Brasil é verão e aqui está quente pra burro.
De boina, para disfarçar, camiseta, shorts e chinelo e óculos, claro, lá estava o bom velinho vendo o que valia à pena comprar ali, aifinal, com o aumento da demanda, seus doendes não devem estar dando conta da produção, a menos que sejam doendes chineses...
Claro que eu e a Bia ficamos eufórias e tiramos fotos dele, afinal, quem ia acreditar em nós duas? Duas mulheres, uma delas mãe, dizendo que viu o papai noel em pleno mercado taboanense... Mas tiramos fotos sim e podemos mostrar para quem quiser. Só não as postarei, pois ele pode não gostar da exposição e daí, fico sem meu presente.
Falando em presente, depois de passar bons minutos lendo o jornal de ofertas (outro ponto, pessoas comuns folham rapidamente e ele estava pesquisando atentamente), ele foi para dentro da loja.
Quando eu o vi, na hora falei para minha amiga: - Ele veio comprar meu note, afinal, os doendes não devem ser tão hitechs assim.
Dito e feito... Para onde ele foi primeiramente? Para a seção de informática.
Qual fileira? As de notebooks.
O bom velinho estava ali por minha causa, pesquisando o valor do meu presente de natal!!!
Ah, tirei foto disso também. Ele em meio aos notes...
Quase gritei pra ele: - Ei, fui uma boa menina, quero esse aqui que é lindo e bom!
Mas, achei que, com tamanha dedicação da parte dele e tratamento especial, ele saberia escolher um da proporção do meu merecimento!!!
Ai ai, foi o dia mais feliz da minha vida.
Eu acredito em fadas, doendes, gnomos, etc... E acredito no papai noel, embora pessoas sempre me disseram que era meu pai ou um tio vestido com alguma roupa alugada.
Tudo bem, o papai noel da minha família era japonês, mas talvez fosse o papai noel disfarçado para se adaptar à cada família que ele visita. Ele deve ter uns durex para puxar os olhos e maquiagem negra também...
Mas, ontem, era ele. Era ele de verdade, com sua bondade e boa vontade, procurando e pesquisando o meu presente.
Papai noel existe, mora no Taboão da Serra e faz compra no Extra!
Dilema... Ajuda!!!
Hoje eu estava pensando a respeito de relacionamentos e de como mulheres safadas conseguem caras legais e mulheres legais só atraem caras safados...
Eu tenho vários amigos legais, bons namorados, daqueles que seriam bons pais de família, carinhosos, dedicados e, por incrível que pareça, fiéis, que só se envolvem com meninas vagabundas. Só que não são vagabundas de rua, são de outra espécie de vagabundas, aliás, da pior espécie de vagabundas, aquelas que se fazem de santas. Elas são educadas, gentis, tidas como "moças de família", amorosas... Aí que está, amorosas até demais... E traem, mentem, enrolam, tem uns mil esquemas e fazem os homens de gato e sapato...
E o que sobra para mulheres certinhas? Os cachorros, claro...
Veja bem, eu nunca traí ninguém...
Bom, exceto um ficante meio fixo, mas ele mereceu. Para variar, ele foi um dos homens galinha com quem eu me envolvi. Mas aí não era traição. Apenas ficávamos, sempre, todos os dias, por seis meses, mas, não era namoro. Além do mais, só dei uns beijinhos em duas festas diferentes em dois caras diferentes. E ele não valia a pena mesmo... Olha só, ele era enrolão, mentiroso, galinha, safado... Bom, ele era bem carinhoso, isso eu não posso negar, mas safado... Muuuuito safado... Cada um foi para um canto e ouvi dizer que ele está casado, embora não saiba se ainda está galinhando, e gordo, mega gordo... Feio pra burro... Não que ele fosse lindo, mas ele tinha lá o seu charme.
Na minha lista de galinhas, poderia destacar alguns sabidamente galinhas e os santos...
Hummm. Um dos sabidamente galinhas começou de brincadeira e virou uma grande paixão... O problema é que, além de mentiroso (puxa, esse é um outro problema, como eu atraio homem mentiroso), ele gostava de meninos... Pois é... Ficamos um tempo, as vezes com pacto de exclusividade, que não servia de nada, as vezes por ficar... Eu gostava dele de verdade. Ele gostava de mim, mas, acho que ele gostava mais de meninos... Enfim, eu não o culpo, eu também gosto muito de meninos!
Outro que não posso dizer que é galinha, mas é muito menos santo do que todo mundo imagina... Era um desses bons moços, daqueles que toda mãe quer ter como genro. Era calmo, educado, bonito, estudioso, não falava palavrão... Eu disse bonito? Ele era (e é) lindo. Como ele é lindo!!! Pois é, mas na surdina, ele ficou com todas as amigas que ele quis e, de uma certa feita, ele foi até a minha cidade, saiu comigo, saiu com uma ex dele no mesmo fim de semana, para depois vir com gracinha, fazer de novo em outra ida dele, e, ainda, desmentir na maior cara lavada. Até aí tudo bem, não tínhamos compromisso, embora fôssemos muito amigos e eu gostasse dele demais... Mas, a cara de santo não dá, né?
Teve um outro, e esse eu namorei, que também se mostrou bem safado. É outro dos que se faz de santo, mas tem lá seus mil esquemas engatilhado pelo msn, na maioria amigas, que ele ilude, finge o personagem que ele acha melhor para conquistá-las, usa e joga fora. Ele também gosta de ter as garotas em sua "prateleira" e não suporta quando as perde. Esse foi uma grande decepção, pois achei mesmo que ele era diferente.
Depois desse, tive alguns rolos mais ou menos fixos, alguns quase namoros, mas, olha só, todos safados, galinhas, enrolões e mentirosos. Tudo bem, eu sou esperta e pego as coisas no ar, e, por isso, descubro tudo que é sacanagem. Também tenho uma intuição filha da mãe e consigo "ler pensamentos"... Com dois desses aí que eu citei, até hoje consigo saber algumas coisas que acontecem só com meu sexto sentido... Esse sexto sentido é mesmo engraçadinho, pois me faz descobrir coisas e ter uma certa vantagem que acaba sendo desvantagem...
Mas, enfim, eu, que nunca traí, vivo sendo feita de besta, sendo enrolada (ou pelo menos eles tentam). Eu, que detesto mentira, só atraio cara mentiroso...
Enquanto isso vejo as safadas levarem vantagem com caras bacanas...
Eu devia ter virado biscatinha quando tinha idade pra isso, mas, meu senso de justiça nunca me permitiu. Ou, então, eu deveria me fazer de burra. Mas isso eu também não consigo.
A minha dúvida, mesmo, é se eu só atraio caras safados ou se só existem caras safados no mundo e eu é que sou muito esperta e descubro as safadezas deles...
Puxa vida, esqueci de um, que ia entrar na minha lista de exceção. O cara era legal, carinhoso, poeta. Puxa vida, queria mesmo ter gostado dele, pois sei que ele gostou muito de mim e eu o fiz sofrer demais. Meu Deus, como eu queria ter me apaixonado por ele... Ele era um anjo, daquele tipo de namorado que toda mulher romântica, como eu, gostaria de ter. Fazia poesia, me dava cartões... Era um doce... Nossa, eu queria muito ter gostado dele mesmo. Bom, ainda bem que hoje ele é feliz e eu sou muito feliz em saber disso!!! Mas, então, nem ele escapa, pois quando a gente ficou pela primeira vez, ele namorava. Olha, eu não sabia disso. Ele namorava uma menina safada que tinha um rolo com um cara que estudava em outra cidade. Nem ele, que é um doce de pessoa, escapa...#$%#$%¨#$%¨#$@#&
Alguém pode me dizer qual é o problema???
Opção 1: Todos mentem, isso é normal e o problema é comigo que sou esperta demais?
Opção 2: Eu só atraio caras que mentem e os bons estão por aí?
Me ajudem com esse dilema!!!
Balanço do ano???
Bom,
O ano está chegando ao fim, muita coisa aconteceu, coisas boas e ruins, e outras tantas NÃO aconteceram...
Eu tenho muita coisa para escrever, pensar, colocar na balança, muitas reflexões que desejo compartilhar.
Do princípio...
2009 começou com muitos sonhos e algumas expectativas...
Mudança total, que geraria significados novos, referências novas, experiências novas...
Algumas das novas (ou velhas novidades) deste ano, infelizmente, foram calcadas em mentiras e ilusões e velhos sonhos escoaram para o ralo, trazendo dor, sofrimento e desilusão...
Essa parte a história acaba por influenciar em todo o desenrolar de algo que poderia ter sido bom e não foi, ou poderia ter sido melhor do que de fato foi. Contudo, cabe ao espírito atento buscar refletir e observar os ganhos também nesse tipo de experiência.
No que diz respeito às outras mudanças, mudei de casa, de cidade, de curso, de faculdade (mas não de universidade), de assessoria, de mocidade, de trabalho...
Enfim...Minha vida mudou totalmente e ainda não posso avaliar se no geral minhas escolhas foram positivas ou não...
Mudança de cidade:
Há muito tempo algo em mim dizia que eu deveria voltar para São Paulo (ou quase São Paulo). E esse algo dentro de mim sinalizava como um desespero e um medo muito grande de algo que eu não sabia bem o que era... Hoje sei que era meu programa reencarnatório sinalizando a necessidade deste retorno. Ainda não descobri as razões.
A mudança de cidade veio motivada pela mudança de curso/faculdade. Mudança positiva, embora as dificuldades geradas pelas demais mudanças tenham prejudicado meu desempenho. É claro que vivi em meio à muita picaretice (minha e dos professores), mas o nível de discussão da sala e o envolvimento dos alunos é, por si só, um diferencial. Além disso, a possibilidade de visitar alguns museus e contemplar algumas exposições que eu não faria caso estivesse em Bauru também são fatores importantes.
Quando ao trabalho, fiquei desempregada por muito tempo. O mesmo medo que tive quando pensei em vir para cá em 2007 e que me fez escolher o que parecia ser mais fácil, e me levou a um ano em Bauru, com uma passagem relâmpago por Marília, tornou-se real aqui. Sobrevivi e hoje estou fazendo estágio em algo que eu gosto e feliz com isso... Nesse aspecto, o medo não me aconselha nunca mais! Vivi tudo que tive medo e fugi! E, olha só, sobrevivi!
Mas, o mais difícil mesmo foi no quesito Departamento de Mocidade. Estava bem em Bauru, com amigos que amo muito, perto de outros tantos, e inserida num movimento que ajudei a construir e cuja história e ritmo fazem parte de mim há mais de dez anos. Deixar tudo e vir para outra região, recheada de desafetos, a princípio, me pareceu uma mudança física e eu acreditava, mesmo, que conseguiria estar no noroeste paulista sempre que quisesse. Infelizmente, as questões materiais e os choques de agenda impediram-me de estar onde meu coração queria estar. Junto com essa dificuldade, a proximidade de outra região, também do interior, acalentou um pouco meu coração, mas algo me dizia que não era ali que eu deveria estar, afinal, qual era minha realidade???
Percebi, com muito custo, que deveria estar onde eu fisicamente estava. Os trabalhos foram despencando, convites, propostas, dificuldades e necessidades apontando a todo momento que eu deveria trabalhar aqui. Uma mocidade acolhedora, amigas queridas, um trabalho nascente... Paralelo a isto, vim sofrendo perseguições e boicotes pessoais, relacionados ao primeiro item do texto, que só dificultaram ainda mais meu relacionamento com as pessoas deste lugar.
Hoje penso que as coisas não precisavam ser assim. Aliás, tenho certeza de que elas eram para ser de outra forma, mas também estou certa que aqueles que eu deixei fisicamente, eu já amo e me cabe tão somente aprender a amar mais neste lugar e com essas pessoas, tão diferentes de mim (não falo da minha mocidade). Estou certa de que é aqui que tenho que estar, para romper os muros construídos em experiências passadas que, por invigilância não só minha, mas de pessoas muito ligadas à minha própria história, só foram reforçados e edificados ao longo deste ano.
Percebo que aquela primeira história poderia ajudar a diminuir esse muro, mas que só aumentou e é exatamente no que tenho que trabalhar.
Sim, tudo é mais difícil quando saímos do nosso programa reencarnatório e partimos para o campo das "possibilidades". Contudo, é possível fazer o que deve ser feito, ainda que seja com mais dificuldade, de modo que, no final, tudo fique como deveria ser e, hoje, sei que será uma conquista só minha.
De fato, estou onde deveria estar, colhendo os frutos que plantei, buscando desconstruir barreiras, eliminar muralhas, na certeza de que o amor, só o amor, é capaz de mudar um passado de dor e sofrimento. E quanto falo disso, falo da coletividade, que encarna e reencarna, que convive e não consegue ainda amar.
Estou certa, hoje, de que, por mais difícil que esteja sendo todo o contexto dessa nova realidade, o que preciso é conviver com as pessoas que tenho convivido, buscando romper essas muralhas, fazendo a minha parte, que é o que me cabe.
Poderia ser mais fácil? Certamente que sim! Mas, quem disse que eu preciso de muletas para fazer a minha parte???
Sei que preciso estar firme e forte, e que muitos momentos difíceis virão. Difíceis para mim, cujos sentimento frágil me chama para estar no conforto dos meus e não num campo de batalha, mas sei que ei de conseguir e quero, muito, desencarnar com a paz na consciência, na certeza de que fiz minha parte em tudo que cabe a mim até o meu último suspriro nessa materialidade.
E, caso eu esteja enganada, eu faço as malas e mudo de novo, para onde meu coração me chamar!
Hinos do meu dia!!!!
Essas músicas hoje são o hino do meu dia:
Que Queres Que Eu Faça, Senhor?
Eu quero ver o sol brilhar e a luz vencer a escuridão,
A porta abrir e o amor brotar em flor em cada coração.
A vida transpirando plena em formas naturais
E os homens cada vez mais perto de seus ideais.
Eu quero a paz em cada olhar, um riso aberto oferecer,
A minha mão e a tua mão edificando a comunhão.
E quando olhar, então, a tez da vida eu possa ver
Mais brilho e menos fome, mais ventura em cada ser.
Urge saber como posso servir, retirar as pedras do caminho...
Senhor, que queres que eu faça
Além de me banhar nas águas da transformação?
Que queres que eu faça
Do amor que quer romper as portas do meu coração?
Sonhando que possa varrer do mundo a face escura da opressão. [DC]
os três que apontam pra mim...
QUANDO AMANHECER
QUANDO AMANHECER OLHAR PRO CÉU
PENSAR O QUANTO É BOM VIVER SEM ILUSÃO
SENTIR A BRISA DA MANHÃ, UM LINDO CÉU SE ABRIR
A CRIANÇA A SORRIR, O GOSTO DA MAÇÃ
AS ONDAS DO MAR, O PÁSSARO CANTAR
A FLOR DESABROCHAR SENTIR O VENTO SOPRAR
QUANDO AMANHECER, QUANDO AMANHECER
QUANDO AMANHECER OLHAR DENTRO DE MIM
TIRAR TUDO DE RUIM, CANTAR UMA CANÇÃO
QUE TOQUE O CORAÇÃO, QUE FALE SÓ DO BEM
AMOR A QUEM NÃO TEM, SABERA DAR VALOR
O PÃO DE CADA DIA, NA DOR NA ALEGRIA
SABER OUVIR O NÃO, SABER ERGUER A MÃO
AJUDAR OUTRO IRMÃO OUVIR ESTA CANÇÃO
QUANDO AMANHECER QUANDO AMANHECER
QUANDO AMANHECER OLHAR DENTRO DE MIM
TIRAR TUDO DE RUIM, CANTAR UMA CANÇÃO
QUE TOQUE O CORAÇÃO, QUE FALE SÓ DO BEM
AMOR A QUEM NÃO TEM, SABERA DAR VALOR
O PÃO DE CADA DIA, NA DOR NA ALEGRIA
SABER OUVIR O NÃO, SABER ERGUER A MÃO
AJUDAR OUTRO IRMÃO OUVIR ESTA CANÇÃO
QUANDO AMANHECER QUANDO AMANHECER
QUANDO AMANHECER QUANDO AMANHECER
Falhei... Ainda bem que tenho tempo.
Hoje estou mais certa que nunca do quanto a espiritualidade faz grandes esforços para que estejamos exatamente onde deveríamos estar, mas isto é assunto para um outro post.
Por hora, quero fazer uma reflexão a respeito de alguns assuntos...
Porque convivemos?
Porque atraímos algumas pessoas para nossa convivência?
O que devemos fazer?
Na leitura do Evangelho Segundo o Espiritismo de hoje, caiu o ítem 27 do capítulo V "Bem aventurados os aflitos".
Vou destacar apenas um trecho, mas recomendo a leitura de todo ele.
"Não digais, portanto, aos verdes um irmão ferido: “É a justiça de Deus, e é necessário que siga o seu curso”, mas dizei, ao contrário: “Vejamos que meios nosso Pai misericordioso me concedeu, para aliviar o sofrimento de meu irmão. Vejamos se o meu conforto moral, meu amparo material, meus conselhos, poderão ajudá-lo a transpor esta prova com mais força, paciência e resignação. Vejamos mesmo se Deus não me pôs nas mãos os meios de fazer cessar este sofrimento; se não me deu, como prova também, ou talvez como expiação, o poder de cortar o mal e substituí-lo pela benção da paz”."
Até ontem, eu disse (e dissi mesmo) "Não tenho nada a ver com isso, cada um com suas loucuras e deficiências".
Meu Deus, hoje, bem hoje, eu li esse trecho no evangelho. Acho que nunca o havia percebido.
Lendo-o, vejo como eu falei e tenho falhado com espíritos que Deus me deu como dádiva a convivência, defendendo "Cada um que se vire com suas instabilidades, pois de problemas já bastam os meus".
Não que tenhamos que caminhar pelos outros, mas, em determinadas situações, a vida nos permite ser instrumentos para auxiliar o próximo e abrandar suas provas como carinho, compreensão e amor.
Meu Deus, falhei. Na minha cegueira egoísta, posso dizer que falhei.
Sei que terei outras oportunidades e seu, espírito, quiser de verdade. Mas, falhei e tenho falhado muito até agora.
Hoje, voltando ao que falei a respeito de estarmos onde devemos estar, vejo que tive e tenho tido oportunidades ímpares de ser o espírito que pode abrandar as provas de meus irmãos.
A partir de hoje, minha postura será diferente. Não de pseudo-santa, porque isso não sou e tenho inúmeros defeitos com os quais tenho que lidar, mas também tenho já desenvolvidas inúmeras qualidades que de nada me servem se eu não puder auxiliar os espíritos que Deus permite que comigo convivam.
Se falhei, para com quem falhei, peço perdão.
Se eu desencarnasse hoje, ficaria triste comigo e com a minha consciência, mas, como ainda me resta algum tempo na terra, pretendo fazer diferente de hoje em diante.
PROVEITO DOS SOFRIMENTOS PARA OUTREM
31. Os que aceitam resignados os sofrimentos, por submissão à vontade de Deus e tendo em vista a felicidade futura, não trabalham somente em seu próprio benefício? Poderão tornar seus sofrimentos proveitosos a outrem?
Podem esses sofrimentos ser de proveito para outrem, material e moralmente: materialmente se, pelo trabalho, pelas privações e pelos sacrifícios que tais criaturas se imponham, contribuem para o bem-estar material de seus semelhantes; moralmente, pelo exemplo que elas oferecem de sua submissão à vontade de Deus. Esse exemplo do poder da fé espírita pode induzir os desgraçados à resignação e salvá-los do desespero e de suas conseqüências funestas para o futuro. – S. Luís. (Paris, 1860.)
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO
CAPITULO 5, item 31
Allan Kardec
FEB - 20
Hoje eu vou mudar!
Interpretem como quiserem. Há muito tempo me mandaram esta música. Na época ela fez muito sentido e hoje faz ainda mais!!!
Hoje eu vou mudar!
Hoje eu vou mudar
Vasculhar minhas gavetas
Jogar fora sentimentos e ressentimentos tolos
Fazer limpeza no armário retirar traças e teias
E angústias da minha mente
Parar de sofrer por coisas tão pequeninas
Deixar de ser menina pra ser mulher
Hoje eu vou mudar
Por na balança a coragem
Me entregar no que acredito
Pra ser o que sou sem medo
Dançar e cantar por hábito
E não ter cantos escuros
Pra guardar os meus segredos
Parar de dizer
Não tenho tempo pra vida que grita dentro de mim
Me libertar!...
Hoje eu vou mudar
Sair de dentro de mim
E não usar somente o coração
Parar de cobrar os fracassos, soltar os laços
E prender as amarras da razão
Voar livre com todos os meus defeitos
Pra que eu possa libertar os meus direitos
E não cobrar dessa vida
Nem rumos e nem decisões
Hoje eu preciso e vou mudar
Dividir no tempo e somar no vento
Todas as coisas que um dia, um dia sonhei conquistar
Porque sou mulher como qualquer uma
Com dúvidas e soluções,
Com erros e acertos,
Amor e desamor.
Suave como a gaivota e ferina como a leoa
Tranqüila e pacificadora
Mas ao mesmo tempo irreverente e revolucionária
Feliz e infeliz, realista e sonhadora,
Submissa por condição mas independente por opinião
Porque sou mulher com todas as incoerências que fazem de nós
O FORTE SEXO FRACO.
E lá se vai mais um diaaaaaaa
Essa música não me sai da cabeça desde ontem...
Clube da Esquina 2
Pique Novo
Composição: Lô Borges/ Márcio Borges/ Milton Nascimento
Porque se chamava moço
Também se chamava estrada
Viagem de ventânia
Nem se lembra se olhou pra trás
Ao primeiro passo, passo, passo
Passo, passo, passo, passo, passo
Porque se chamavam homens
Também se chamavam sonhos
E sonhos não envelhecem
Em meio a tantos gases lacrimogênios
Ficam calmos, calmos, calmos
E lá se vai mais um dia
E basta contar compasso
E basta contar consigo
Que a chama não tem pavio
De tudo se faz canção
Há seu coração na curva
De um rio, rio, rio, rio
E o rio de asfalto e a gente
Entorna pelas ladeiras
Entopem o meio-fio
Esquina mais de um milhão
Quero ver então a gente, gente, gente
E lá se vai mais um dia
E lá se vai...
E lá se vai mais um dia, um dia
Esquina...mais de milhão
Apreensão
Estou com medo...
Não costumo falar disso, nem reclamar e acho um horror qualquer um que se faz de vitima quando está doente ou tem alguem doente na família...
Mas, estou com medo...
Tenho algumas manchas que estão muito estranhas, todas na mesma região do torax. Até aí tudo bem, uma delas mostrei para o médico na minha consulta de dezembro passado e ele falou que não era nada...
Mas, agora, tem uma que começou a doer.
Antes, ela doía só quando eu encostava, agora é um incômodo constante.
É uma dor profunda, que chega a refletir nas costas e me dá um desespero enorme, uma vontade de me livrar da dor, da mancha... De tudo...
Nunca tive tanto medo...
Medo de ser algo, medo de ter que fazer uma cirugia, outra, e outra, como as 11 que já fiz.
Medo de ser algo grave mesmo, algo que só ampliação de margem não resolva.
Medo de ficar deformada. Ainda mais deformada...
Meu deus, estou mesmo com medo...
Não vejo a hora de chegar dia 15/12, quando eu tenho consulta com o oncologista.
Quando eu tive o primeiro melanoma, pensei que estaria livre para sempre após a 3a cirugia. Um ano depois, descobri outro, in situ. Apesar de menos avançado, a cirurgia foi pior e muito dolorosa.
Depois disso, ainda fiz outras biopsias, e tudo negativo.
Em dezembro, tirei um CBC...
Mas eu tenho medo, mesmo, da metastase.
Não temo o tratamento, mas temo ter que me afastar de minhas atividades.
Minha família não mora aqui, e eu temo ter que largar trabalho e faculdade para me tratar.
Tenho medo de ter que adiar mais ainda meus sonhos.
Não tenho dinheiro para ficar parasitando em São Paulo e indo, de vez em quando, para Barretos...
Eu preciso, quero e gosto de trabalhar... Estou trabalhando e amando meu trabalho...
Adoro minha faculdade e começo a conquistar meus sonhos... Não quero adiá-los.
Também tenho muito medo da mutilação.
E da dor...
Minha tia morreu de câncer e teve muita dor.
Eu li numa pesquisa do hospital AC Camargo que dos casos de melanoma com metástase, apenas 2% apresentaram cura.
Eu não quero desencarnar agora!
Eu sinto que tenho muita coisa para resolvar ainda.
Muita coisa para mudar na minha intimidade.
Muitos sentimentos para depurar.
Também não quero sofrer, não quero ter partes de mim arracandas por "segurança".
E não quero dar mais um pause na minha vida, como tive que dar outras duas vezes...
Esses dois meses serão bem tensos...
Mas sei que consigo aguentar e aprender com eles, como tenho aprendido nestes meus três anos como paciente do Hospital do Câncer de Barretos.
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Vampiros de energias
Todos nós os conhecemos, sabemos como são, como se vestem, como agem e seus propósitos: sugar o sangue de suas vítimas, pois só assim sobrevivem. Esses são os vampiros dos filmes, seres errantes de capa preta e grandes dentes, ávidos por sangue, que andam pelas sombras em busca de suas vítimas.
Mas existe um tipo de vampiro que convivemos diariamente - os vampiros de energia. Eles podem ser nosso irmão, marido ou esposa, empregado, amigo, vizinho, gerente do banco, ou seja, qualquer um do nosso convívio. Eles roubam energia vital, comum no universo, mas que eles não conseguem receber.
Mas, afinal, por que estas pessoas sugam nossa energia?
Bem, em primeiro lugar a maioria dos vampiros de energia atua inconscientemente, sugando a energia sem saber o que estão fazendo. Isso acontece porque elas não conseguem absorver as energias das fontes naturais e ficam desequilibradas energeticamente.
Quando essas pessoas bloqueiam o recebimento destas energias naturais (ou vitais), precisam encontrar outras fontes mais próximas, que nada mais são do que as pessoas ao redor. Na verdade, quase todos nós, num momento ou outro da vida, quando nos encontramos em um estado de desequilíbrio, acabamos nos tornando vampiros da energia alheia.
Como identificar e combater essas pessoas?
1. Vampiro cobrador: cobra sempre, de tudo e todos. Quando nos encontramos com ele, já vem cobrando o porquê não lhe telefonamos ou visitamos. Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, abrirá as portas. O melhor é usar de sua própria arma, cobrando de volta e perguntando por que ele não liga ou aparece. Deixe-o confuso, sem tempo para retrucar e se retire rapidamente.
2. Vampiro crítico: crítica tudo e todos, e o pior que é só critica negativamente. Vê a vida somente pelo lado sombrio. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado, que abrirá seu sistema para que a energia seja sugada. Diga 'não' à suas críticas e nunca concorde com ele. A vida não é tão negra assim. O melhor é cair fora e cortar o contato.
3. Vampiro adulador: o famoso puxa-saco. Adula o ego da vítima, cobrindo-a de elogios falsos, tentando seduzi-la. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele espera que o orgulho da vítima abra as portas da aura para sugar a energia.
4. Vampiro reclamador: reclama de tudo e de todos. Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. O mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos e válidos para justificar seus protestos. A melhor tática é deixá-lo falando sozinho.
5. Vampiro inquiridor: sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo e não dá tempo para que a vítima responda. Na verdade ele não quer respostas, mas sim desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo de pensamentos. Para sair de suas garras, não se ocupe à procura de respostas. Reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal, contundente e procure se afastar assim que possível.
6. Vampiro lamentoso: são os lamentadores profissionais, que anos a fio choram suas desgraças. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afetivo. Chora, lamenta-se e faz de tudo para despertar pena. É sempre o coitado, a vítima. Corte suas lamentações dizendo que não gosta de queixas, pois elas não resolvem situação alguma.
7. Vampiro pegajoso: investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Parece um polvo querendo envolver a pessoa com seus tentáculos. Ele suga a energia seduzindo ou provocando náuseas e repulsa. Nos dois casos você estará desestabilizado e vulnerável. Invente uma desculpa e fuja rapidamente.
8. Vampiro grilo-falante: a porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido. Pode falar durante horas, e enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital. Para livrar-se invente uma desculpa, levante-se e vá embora.
9. Vampiro hipocondríaco: cada dia aparece com uma doença nova. É desse jeito que chama a atenção dos outros, despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os pormenores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois sente-se péssimo.
10. Vampiro encrenqueiro: para ele o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia. Não dê campo para a agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.
Bem, agora que você já conhece como agem os vampiros de energia, livre-se deles o mais rápido possível. Mas, não esqueça de verificar se você, sem querer é obvio, não faz parte dessa lista...
Vera Caballero, jornalista, orientadora metafísica e professora de bioenergias e proteção psíquica
Essa é boa...
Essa eu tenho que contar...
Já contei que o ser do mal, apesar de trabalhar comigo, me bloqueou no email, usou isso para não realizar um trabalho e, depois, descobriu-se que a confirmação oficial nem foi mandada do meu email.
Pois bem... Depois das megacacas, o meu chefinho mandou o psicodoido me desbloquear.
Mas, olha isso, o doido me desbloqueou um dia depois de boicotar o meu trabalho e teve a cara de pau de dizer "só quero trabalhar em paz e você também". E, ainda, mandou dois torpedos. Na verdade, ele mandou os dois torpedos e, como não dei a mínima, ele mandou dois emails.
Pensa, ele boicota um trabalho meu e diz que sabe que quero trabalhar em paz... Qual a lógica?
Daí, o psicodoido, depois da minha resposta, se fez de coitadinho...
E ouçam a última do meu chefinho querido.
Pedi para ele falar para o filho do cão não me escrever mais. O boss disse "Não vou fazer isso e nem você".
Pois é, esse mesmo chefinho me proibiu de escrever para o doente mental e disse para eu fazer uma "força hercúlea" para não responder para o louco.
Ou seja, como doido não se contraria, ele não ia pedir para o psicopata não me escrever, mas me pediu para não responder caso o débil mental me provocasse.
Tem lógica?
Tem justiça nisso????
Bom, como eu preciso me proteger e sei que o cara é demente, eu estou fazendo a minha parte.
Comigo o ser do mal não fala mais!!! Com chefinho defendendo o doido e exigindo de mim ou não.
E tenho dito!!! Quero paz e não ironias!!!
Descobri algo em mim
Descobri que gosto de escrever. Quem diria. Eu odiava...
Outro dia a professora de pisicologia falou a respeito do texto, de como nós o conduzimos e ele nos conduz. Acho que é bem isso...
Depois falo mais a respeito...
Mais uma do doente mental.
A última do ser do mal...
Nossa, hoje ele está que está.
Depois de ter dado um tiro no pé com o trabalho que ele não fez alegando aquele monte de mentiras, tive que falar com meu superior que tomou uma atitude.
Daí, o hipócrita me manda dois torpedos para avisar que me desbloqueou a pedido do chefe dele, como se fosse uma gentileza e não obrigação e, como eu não respondi, ele mandou 2 emails com os dizeres
"Só quero trabalhar em paz, e creio que vc o mesmo, então, nos vigiemos quanto as palavras.
Abraço"
Como combinado com meu chefe, não respondi da conta combinada e encaminhei ao chefe, pedindo para ele falar para o psicodoido não me escrever mais.
No outro email, meu, particular, que mal uso ao trabalho, respondi para ele pedindo que não me mandasse mais emails e que nunca mais falasse comigo e que ele aguardasse intimação.
O doido já foi se fazer de coitadinho, de vítima, dizendo que eu "ameacei" intimá-lo, como se ele fosse uma criancinha indefesa...
Para quem não quer falar comigo, mandar 2 emails e dois torpedos, heim...
E a hipocrisia... Ele fala que só quer trabalhar em paz e acredita que eu queira o mesmo um dia depois de boicotar o trabalho da minha secretaria...
Alguém ainda acredita nele?
O ser do mal fez coisas mais graves
Ainda sobre as maldades do psicodoido...
Descobri algo mais terrível ainda.
No último post, contei a respeito do boicote, pois ele alega que não recebeu nenhum email oficial...
Só que chequei e os emails oficiais foram mandados quando ainda estávamos conversando e não estávamos bloqueados e a maioria deles da conta da secretaria e não da minha particular.
Ou seja, ele recebeu sim. Os primeiros foram mandados em agosto e depois alguns em setembro...
Ele está usando a desculpa de que me bloqueou e por isso não recebe os emails oficiais de trabalho e, assim, não realizou o trabalho...
Agora ele mostrou que está mais errado ainda...
Ele não só não realizou um trabalho, como mentiu dizendo que não realizou por conta de ter me bloqueado, o que já é errado dentro de departamento.
Ou seja. Ele recebeu os emails oficiais e está se valendo da atitude errada dele de bloquear outra trabalhadora para não realizar um trabalho por pura maldade.
Hipóteses:
- Eles não ligam a mínima para os regimentos
- Ele quer usar o trabalho para me atingir
- Ele e o secretário dele mentem, pois o secretário também recebeu o e mail e até respondeu
Isso não pode ficar assim.
Peripécias do ser do mal - atendendo a pedidos...
Vou escrever mais uma a respeito do ser do mal, pois o povo tem gostado de saber...
No evento do fim de semana, fui decidida a não falar com ele, afinal, ele é mau, ruim mesmo, mentiroso e tudo mais que já vos contei e eu posso provar...
Cheguei lá, fiz uma pergunta a outra pessoa e ele fez questão de responder para "parecer legal".
Meu deus, como ele pode ser tão hipócrita.
Depois, num jantar não preparado para quem não come carne, lá veio ele dar palpite no meu pratinho bicromático de arroz e feijão... Ah, tem abobrinha... Meu deus, abobrinha aguada e queijo. Depois, é bem capaz de dizer que sou ingrata e que não comi o queijo que ele comprou por minha causa...
Mais hipocrisia: Na abertura, pediu para eu falar sobre o meu trabalho com a cara lavada.
Trabalho que ele boicotou (depois eu conto mais).
E, ainda, teve a ousadia de se dirigir a mim para falar de um cartaz que ele gostou. É, aqueles mesmos que ele boicotou!!!
Meu deus, eu não quero falar com ele. Ele disse que todas as letras que não quer nunca mais falar comigo, mas, na frente das pessoas do trabalho ele se faz de santo e de bom...
Por fim, deveria haver um trabalho cuja coordenação geral é minha.
Reproduzirei o diálogo:
Paula: - E o trabalho o E.....?
Ser do mal: - Não teve.
Paula: - PQ?
Ser do mal: - Não recebi nenhum email oficial.
Paula: - Mas eu mandei um email oficial.
Ser do mal: - Eu não recebo seus emails (fazendo uma alusão ao fato de ele ter bloqueado na nossa lista de trabalho).
Ou seja, o hipócrita me apresenta, fala para eu falar do trabalho e depois confirma que não houve trabalho porque ele me bloqueou e, deste modo, não recebeu email oficial nenhum.
Pode...
Ah, ainda...
Passei fome, pois aqui eles não fazem um café as 10h...
Descobri porque o ser do mal excluiu meus cartazes
Ontem descobri porque meus cartazes foram boicotados pelo psicodoido...
Naquele concurso que eu já contei aqui, só haviam as minhas propostas e a dele (que chegou após o prazo, mas tudo bem).
A proposta dele era horrível. A idéia era boa, mas a arte, completamente sem graça. Mas, enfim...
Então, como a mediocridade do ser do mal impera em seu espírito, ele optou por excluir meus cartazes da votação, para, por via das dúvidas, o dele ganhar.
Só que eu, que conheço nossas regras e documentos (ah, ele deixou bem claro durante a votação que não conhecia o Regulamento), fui mais esperta e fiz valer meus direitos e tenho documentado todo o processo...
Tudo bem, os três cartazes estavam lá.
Mas havia uma outra coisa: eles deveriam ser anônimos. Contudo, um de seus amigos, aquele que faz mais estardalhaço, deixou bem claro que sabia a autoria dos três cartazes e fez um lob durante a noite e durante a votação.
Na hora da votação ele fez torcida para que, segundo ele, o "nosso" cartaz ganhasse.
Todos os seus amigos votaram no cartaz sombrio e sem graça.
Não que os meus sejam perfeitos, mas estavam dentro dos regulamentos, eram coloridos, e tinham a ver com a proposta do temário.
Não fiz lob, não tenho amigos dentro deste evento e, claro, perdi.
Mas, depois de tudo, entendo porque o psicodoido quis excluir meus cartazes. Ele queria ganhar de qualquer jeito e ter como concorrente uma artista e comunicóloga deve amedrontar alguém como ele, sem nenhum embasamento estético ou semiótico.
Enfim, o mal prevaleceu, pois o mal toma conta deste trabalho. O que eu vi foi um show de quebra de regulamentos, de quebra de regras e de tudo mais!
É uma pena que pessoas como o ser do mal liderem um trabalho que era para ser do Cristo.
Talvez por isso esteja tudo às minguas.
Resposta ao psicodoido.
Um dia, o psico doido, depois de ter mentindo e descumprido todas suas promessas e provar que sua palavra não vale de nada, escreveu:
"Deletado, Bloqueado, Impedido e Esquecido por nada. Dica: Não tenha amizade com mulher mimada"
Minha resposta ao ser do mal:
Deletado - Claro, depois de tudo que você fez, está deletado da minha vida
Bloqueado - Óbvio, afinal, quem deseja conviver com um ser que só mal faz e que quando faz bem, é com segundas e terceiras intenções
Impedido - Coitadinho, vitma... quem quer contato com um ser malígno?
Esquecido - Desculpa, quem é você mesmo???
Quanto à sua dica...
Querido, não tenho culpa se todos, inclusive você, sentem prazer em me mimar...
Vá se tratar, benhê...
Minha resposta à música "Você não me ensinou a te esquecer"
Minha resposta está em itálico...
Você não me ensinou a te esquecer
Caetano Veloso
Composição: Fernando Mendes / José Wilson / Lucas
Não vejo mais você faz tanto tempo
Azar o seu, sorte a minha
Que vontade que eu sinto
De olhar em seus olhos, ganhar seus abraços
Vai ficar só na vontade
É verdade, eu não minto
Oxe, vc só mente
Você não me ensinou a te esquecer
E nesse desespero em que me vejo
Já cheguei a tal ponto
De me trocar diversas vezes por você
Procura um psiquiatra
Só pra ver se te encontro
Procura um mapa
Você bem que podia perdoar
Jamais, meu filho
E só mais uma vez me aceitar
Nem que Cristo me peça para isso
Prometo agora vou fazer por onde nunca mais perdê-la
Suas promessas e nada são a mesma coisa
Agora, que faço eu da vida sem você?
Se mata
Você não me ensinou a te esquecer
E nem vou perder meu tempo te ensinando
Você só me ensinou a te querer
Claro, eu sou foda
E te querendo eu vou tentando te encontrar
E não vai achar
Vou me perdendo
Se liga!
Buscando em outros braços seus abraços
Isso é coisa de puto carente
Perdido no vazio de outros passos
Como eu disse, puto e carente
Do abismo em que você se retirou
Claro, ei, o lixo aqui é você
E me atirou e me deixou aqui sozinho
E é só o que você merece
Agora, que faço eu da vida sem você?
Se afoga no Tietê
Você não me ensinou a te esquecer
Tenho mais o que fazer
Você só me ensinou a te querer
E você nem foi o único e nem o mais importante
e te querendo eu vou tentando me encontrar
E nesse desepero em que me vejo
já cheguei a tal ponto
de me trocar diversas vezes por você
só pra ver se te encontro
Procura um psiquiatra
Você bem que podia perdoar
Meu, ja deu 70x7 vezes
E só mais uma vez me aceitar
Ei, eu mereço coisa melhor
Prometo agora vou fazer por onde nunca mais perdê-la
Sua palavra e nada é a mesma coisa
Agora, que faço eu da vida sem você?
Se mata
Você não me ensinou a te esquecer
Bom, filho, tenho mais o que fazer
Hoje é meu niver!!!
Hoje eu faço mais um aninho neste planetinha...
Posso dizer que estou muito feliz.
Consegue algumas conquistas e outras estão vindo.
Tudo, porque definitivamente eu decidi bloquear, impedir, deletar e excluir tudo que fazia mal para mim.
Depois disso, parece que o resto, que estava meio atravancado, começou a dar certo!
Obrigada, meu Deus, pela coragem que eu tenho aprendido a desenvolver,
Pela Vontade, que é algo que estou aprendendo a direcionar,
Pela persistência, que me tira da cama diariamente,
Pela Justiça, que me faz falhar o menos possível,
Pela sinceridade, que me permite ser eu em qualquer hora para qualquer um,
Pela transparência, que me deixa leve e livre,
Hoje, faço tudo o que eu quero e somente o que quero.
Fácil ser feliz assim!
Obrigada pelos Amigos, preciosidades da minha vida,
Obrigada pela saúde recuperada e pela doença, útil instrumento reencanatório,
Obrigada pela oportunidade de existência física nesta escola chamada Terra.
Obrigada pelos amigos espirituais!
Enfim...
Hoje é dia de agradecer!
Recebi por email... Vale a reflexão...

Se no caminho do teu saara encontrares uma alma que te queira bem, aceita em silêncio o suave ardor da sua benquerença, mas não lhe peças coisa alguma, não exijas, não reclames nada do ente querido. Recebe com amor o que com amor te é dado - e continua a servir com perfeita humildade e despretensão. No dia e na hora em que uma alma impuser a outra alma um dever, uma obrigação, começa a agonia do amor, da amizade. Só num clima de absoluta espontaneidade pode viver esta plantinha delicada. E quando esta alma que te foi querida se afastar de ti - não a retenhas. Deixa que se vá em plena liberdade. Mais amiga te será ela em espontânea liberdade, longe de ti, do que em forçada escravidão, perto de ti. Se entre essa alma e a tua existir afinidade espiritual, não há distância, não há em todo o Universo espaço bastante grande que de ti possa alhear essa alma. Ainda que ela erguesse vôo e fixasse o seu tabernáculo para além das últimas praias do Sírio, para além das derradeiras fosforescências da Via-Láctea, para além das mais longínquas nebulosas dos mundos em formação - contigo estaria essa alma querida... Mas, se não vigorar afinidade espiritual entre ti e ela, poderá essa alma viver contigo sob o mesmo teto e contigo sentar-se à mesa - não será tua, nem haverá entre vós verdadeira união e felicidade.
Livro
De Alma Para Alma
Huberto Rohden
Editora Martin Claret
Imagem poesia...




Antes de dormir, eu prometi que ia postar algo legal e vou!!!
Fiz um album no meu orkut com imagens que eu gosto.
Faltam muitas... Mas aos poucos vou completando...
Percebi o quanto eu gosto de pintura, de obras de arte, da História da Arte. Como isso vibrar forte em mim! Como sempre vibrou.
Lembro que, na adolescência, eu pegava os livros de pintura de meu pai e sonhava com aqueles lugares, aquelas paisagens. Até me apaixonei por um pintor morto há quatro séculos...
Como isso sempre esteve dentro de mim e eu nunca havia percebido?
Talvez pelo fato de estar lá, fácil, sempre ao alcance, eu achava que era algo normal e natural de qualquer ser humano. Mas não, é amor, é paixão.
Como eu gosto disso!!! De olhar, de conhecer mais, de me aprofundar...
Quanta coisa linda!
Quanta coisa impactante!
Quanta alma humana expressa por pinceladas, por traços, cores texturas.
Um espírito se colocando para fora, na sua época, no seu tempo, com as condições que possuía, a sua alma imortal!
Tem com não amar isso???
Psicopatas. Tem um mais perto do que você imagina!
Estava pensando hoje como algumas pessoas são más e maquiavélicas...
O próximo post será a respeito de coisas boas, mas neste eu preciso alertar:
- Cuidado!!!
No último post eu comentei aqui meu afastamento temporário de uma atividade que eu vinha fazendo já há alguns meses.
Pois bem, nesta mesma atividade conheci um colega. Parecia ser gente boa num primeiro momento. Inteligente, papo agradável... Depois descobri a verdade, ele é psicopata...
Eu já havia lido alguma coisa a respeito de psicopatas há uns dois anos e, já naquele dia eu pensei "fulano é psicopata". Fiquei com medo, pois, na época, éramos próximos...
Passou...
Fui conhecendo mais a fundo e fui tendo cada vez mais certeza...
Depois da personagem "Ivone" e de ter assistido "A Orfã", tenho certeza. Ele é psicopata.
Extremamente inteligente, ele engana as pessoas. Odeia regras. Elas só servem para que ele as distorça com habilidade a seu favor.
E como ele manipula as pessoas. Tem sempre uma conversa agradável e fala tudo que elas querem ouvir. Ainda que seja discursos opostos para pessoas diferentes.
E elas geralmente caem...
Ele é tão habil em manipular, que seus pais pensam que ele é um anjo, um coitadinho, lutador, bom... Bom!!!
Se eu tivesse me afastado no dia em que li aquela reportagem, há mais de dois anos, tudo teria sido diferente na minha vida.
Mas também fui enganada.
Fui usada, pois ele queria galgar um cargo no grupo em que eu trabalhava e precisava de apoio para isso. Como ele sabia que ninguém o suportava, ele me usou para se aproximar das pessoas. Conseguiu, aos poucos, tornar-se amigo de meus amigos e, este ano, o tão sonhado cargo.
E, toda vez que ele está mal neste grupo, ele se aproxima de mim novamente, pedindo milhões de desculpas e falando tudo que acha que quero ouvir. Depois, de barra "Limpa", eu já não sirvo mais...
Meu Deus, como ele pode enganar tanta gente!
Ele acusa uns de roubo, é homofóbico, acusa outras de vagabundas e todos o tratam muitíssimo bem e nem desconfiam...
Ele usa desse cargo para perseguir, boicotar e se vingar e ninguém percebe...
Bom, quase ninguém, pois da última vez que ele fez isso explicitamente, pegou muito mal e ele teve que recuar... E eu caí, novamente, em sua lábia.
Dessa vez, quando sua personalidade psicopata estava mais clara para mim, a vingança dele foi pior, pois, agora, ele faz de tudo para me afastar do trabalho, já que sou a única que sabe quem ele é de verdade.
Primeiro, ele boicotou uns cartazes que mandei, seguindo o regulamento, para um concurso. Como era ele que deveria receber, segundo o tal regulamento, enviei para ele e ele deletou.
Depois, ele espalhou que quero usar o trabalho para me aproximar dele novamente.
Ei, depois de tudo que eu contei, alguém acha que eu quero mesmo ficar perto dele? Feio, pobre, fedido, ruim, psicopata, mentiroso... Justo eu, que sou uma mulher linda, charmosa, cheirosa, formada, estudando de novo, artista... Faz me rir... Eu tinha pena dele, pois achava que era um bom moço que só precisava de direcionamento e por isso me aproximei. Por pena. E me reaproximei este ano, depois do primeiro boicote dele ao meu trabalho, pela mesma pena. Achava que ele merecia uma chance de mudar, de mostrar que podia ser melhor, íntegro, honesto e que eu podia ajudar, estando ali para lembrar o que são valores morais, lembrar tudo que ele fez de ruim e que ele podia ser diferente uma vez só...
Enganei-me.
Enfim... além dos cartazes, num outro trabalho, precisava de confirmação de um endereço e telefones para eu dar o próximo passo, que é de minha responsabilidade e nada.
Nossa, eu já achava ele uma "Ivone", e fui estudar mais a respeito de psicopatas. Vi muitas coisas em comum: Inteligentes, sedutores, com problemas com as regras, repetem de ano com facilidade, apesar da inteligência, manipuladores e, sobretudo, mentirosos. Li que nem todos são criminosos ou violentos... Isso se encaixa, não?
Que Deus nos ajude a lidar com pessoas assim, pois ainda não temos recursos em nós para saber distinguir esse tipo de pessoa na multidão.
E, mais, apesar de Cristãos e espíritas, é muito difícil amar e aceitar alguém assim.
Não falo do amor de homem e mulher, mas de qualquer amor... É muito difícil saber onde se está pisando, pois a maioria de nós precisa de uma certa estabilidade ou, pelo menos, conhecer com quem se está lidando... Mas, com os psicopatas isso é difícil.
Como ser Cristão com esse ser? Como amar este ser?
O que Jesus faria?
Cristo, o que você faria?
Férias, Graças a Deus e a mim!
Ontem, depois de muitas coisas, tomei uma decisão importante.
Na verdade, foi um primeiro passo, que achei mais prudente e responsável para, então, avaliar e definir algo que vai mudar a minha vida.
Há muito tempo, ando bem desgastada com uma determinada atividade.
Não gosto de coisas erradas e coisas feitas pela metade, não gosto de mentiras, conversas pelas costas e enrolação. Isso tem me incomodando muito neste trabalho e, de uns tempos para cá, tornou-se insuportável.
Penso que em qualquer trabalho, temos que ser felizes e num trabalho dentro da Doutrina Espírita, além de felicidade, ele deve nos trazer aprimoramento moral. Não venho sentindo nisso nesta atividade especificamente (tenho outras que me fazem ainda ser melhor).
A gota dágua foi quando, depois de perseguida pela 2a vez por um dos membros do grupo por motivos pessoais, o responsável por este grupo de trabalho se mostrou conivente.
Mas, não foi só por isso e nem por essas duas pessoas. A verdade é que gosto de tudo certo, tudo preto no branco. Ou é, ou não é.
Não suporto ter que esperar meses para ouvir de outra pessoa, que deveria igualmente se importar com um evento um "sim" ou um "não".
Acho um absurdo alguém assumir algo, assumir um cargo ou uma função e sentar em cima dela, impedindo com que os outros trabalhem.
Eu não aguento mais isso.
Fico muito triste, pois são bem poucas pessoas que querem trabalhar com vontade, alegria e ânimo neste departamento e, quem quer, não pode, pois esbarra na falta de vontade dos demais.
Eu já estava bem triste, cansada, esgotada... E pedi essas "férias" para pensar.
E se não bastasse meu esgotamento, o Direto tentou usar de seu "poder" e, apesar de contrariar qualquer definição de reuniões, atas, e etc, ele me cortou de um trabalho que não tinha nada a ver com este que eu deixei. Aliás, eles estão envolvidos, mas são trabalhos distintos. Estou tirando férias de ser engenheira da construção, mas ainda sei subir paredes...
Com isso, além de tudo, ele prejudica um grupo de jovens que receberia o trabalho feito por mim, que estudei e estou envolvida, pois ele prefere ter alguém menos envolvido por puro capricho...
Os jovens não deveriam vir primeiro?
Aliás, ele não tirou, ele tentou fazer isso, burlando todos nossos regulamentos, regimentos e quaisquer outros documentos do departamento. Ele quis usar de poder, e não do que é certo, para fazer isso.
Pior é ver que, apesar de diretor, ele não consegue ver a diferença das esferas de trabalho, desconhece os regulamentos e etc.
E, mais triste ver ele tentar "punir" alquém que precisa de um tempo, tirando algo que é importante para essa pessoa e, ainda, prejudicando os jovens! Como pode pensar primeiro em vingança e depois nos jovens?
Felizmente, não conseguiu, pois o que é certo é certo.
O bom é que com tudo isso fica mais fácil decidir o que quero depois dessas férias de duas semanas!!!
Sutilmente...
Achei essa música o máximo e a minha cara!!!!
É verdadeira, sincera... Enfim, sem comentários...
Sutilmente
Skank
Composição: Samuel Rosa / Nando Reis
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti (x2)
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
De repente... Tudo dá certo!
Como pode?
A gente fica um bom tempo procurando trabalho, estágio, bolsa e, quando surge, é tudo duma vez?
Bom, comigo é assim sempre e sempre nesta época do ano.
Para começar, há umas três semanas, eu estava com essas duas oportunidades. Daí, voltei a falar com alguém que só me traz mal, e tudo sumiu.
Na última sexta, me afastei definitivamente desta pessoa e, advinha???
Ontem acertei a bolsa e hoje, o estágio.
Claro que terei que optar, mas, até terça eu não tinha nada e hoje estou podendo escolher!
Como a vida é sábia e dá sinais claros do que é bom e do que não é para nós!
Estou feliz! Gripada, quase sem conseguir respirar, morrendo de dor, porém feliz!
Obrigada pela torcida, amigos!
Trator
Essa música é a minha cara.
Não é para ninguém em especial, mas é para mim que quero mesmo é ser guia da minha alma.
Trator
Flávio Venturini
Você me diz que sou igual ventania
você me diz que eu sou igual ao trator
que puxa, tira, leva, arrasta e move
tudo que encontro eu quero logo amassar
o trator esmaga o sentimento
o amor não pode mais respirar
por favor, não quero o seu tormento
por favor, o que eu quero é amar
Eu fui então buscar no meu dicionário
que o trator vem do latim atraire
que a força que faz mover o meu mundo
é cativar, é seduzir, encantar
cativar sem fazer ninguém escravo
seduzir sem enganar ou mentir
e querer descobrir a maravilha:encantar quem já é dona de mim
Sou é sem jeito, esbarro no mundo
o meu mal feito é querer acertar
sou é poeta, sou garimpeiro
mas o meu ouro eu não pude achar
sou pescador que sonha seu peixe
eu sou um barco perdido no mar
o meu caminho, o meu desejo
é ser seu guia, seu porto, seu cais.
Sushi paraguaio com caldo de galinha caipira???
Recentemente, li uma frase no msn de uma pessoa que dizia "Sushi paraguaio com caldo de galinha caipira". Foi mais uma dessas frases de ataque que pessoas covardes colam para tentar machucar umas as outras e essa foi para mim.
Eu achei até graça do ridículo dessa frase.
Primeiro, porque refleti no termo "caipira". Bom, conheço muita gente nascida e criada na grande São Paulo que é mais caipira do que o pessoal do interior.
Na verdade, é preciso entender o que é caipira.
Caipira pode referir-se aos costumes do interior, não apenas de São Paulo, mas de outros estados também.
Contudo, também pode ter cunho pejorativo. Se a frase era para atacar, acredito que seja este o contexto, até porque o autor não me parece alguém de ampla bagagem cultural.
Voltando à frase, posso dizer que estive no Paraguai algumas vezes e nunca vi sushi em lugar algum...
Mas, falando em caipirice, no sentido pejorativo da palavra, acho que para mim é mais voltado à breguice, à ignorância, à burrice, à jacusisse. Caipira, para mim, pejorativamente falando, é aquele ser fechado em meu mundinho, ainda que conectado ao mundo pela internet.
Pensando na minha própria história, posso dizer que não me sinto caipira, nem em um sentindo, nem em outro.
Primeiro, porque nasci em São Paulo e fui criada no Rio de Janeiro, depois, porque sou curiosa, culta, educada (com os que merecem), instruída, inteligente, perspicaz, sagaz, e nada modesta.
Cresci em meio a livros e museus e entre manifestações de cultura erudita e popular.
Aí, neste ponto, do popular, é que eu sinto que também não sou caipira.
Gosto de ver, admiro as histórias, as canções, mas dentro de seu contexto de produção.
Estive ontem no "Revelando São Paulo" e pude ver um pouquinho de alguns lugares do nosso estado, mas tudo fora de seu contexto. Fogões a lenha em plena capital, índios fazendo artesanato com miçanga, etc. Contudo, a experiência foi válida e reflexiva.
Lembrei, sim, das festas do peão, cavalhadas, fogo de chão que via de longe no interior. Gosto de apreciar comidas diferentes e de entender a história delas.
-Porque o baião de dois tem esse nome?
-O que é a queima do alho?
Será que algum desses psedocultos cosmopolistas sabem responder?
Mas, será que eles sabem algo mais que apertar uns botões ou copiar belas frases do site "O Pensador"?
Eles sabem identificar uma obra de arte, falar de seu contexto de produção e de suas características?
Sabem falar a respeito de literatura, cinema (não cine pipoca), passagens históricas e suas influências na humanidade de modo sensível e não decorado?
Sabem mesmo?
Sabem fruir uma peça de teatro e falar dela sem ser o que leram na internet?
Depois, caipira é o povo do interiorrrrrr...
Que pena... Queria eu ser capira das tradições da nossa terra e não apenas uma conhecedora dos costumes e histórias, pois sei que, ainda assim, meu nível cultural e educacional me permitiria dialogar tranquilamente entre o erudito e o popular.
Outro fds perfeito
Meu deus, nem consegui contar tudo que foi interessante, mágico, maravilhoso e reflexivo no outro fim de semana e já passou mais um, igualmente intenso... Será que vou dar conta?
Jajá eu posto mais!
Reflexões do fim de semana...
Sempre estive ou namorando, ou enrolada, ou simplesmente pensando muito em alguém.
Não conseguia entender como as pessoas curtiam estando 100% solteiras, no que elas pensavam quando saiam ou algo assim.
Como sempre tive alguém no meu coração, ainda que solteira, lembrava dessa pessoa nas festas ou saia desejando encontrá-la. Namorando, longe, era a mesma coisa.
Não tinha parâmetros para entender uma outra realidade, até este fim de semana.
Pela primeira vez na vida, consigo entender porque tanta gente curte a solterisse. E solterisse de coração, ainda que beijando na boca.
É bom sair e estar conosco mesmo, curtir as músicas e não pensar em ninguém, olhar para o lado e não querer encontrar ninguém, dançar, deixar a coisa rolar.
É uma estranha leveza que me fez sentir como uma pena no vendaval, solta, só, mas livre e leve...
Senti assim nos dois eventos do fim de semana e, melhor, pensei muito que era o melhor para mim naquele momento. Não teria me divertido tanto, por exemplo, se eu estivesse com meu ex.
Eu dancei, ri, conversei sem a preocupação de entrosar ninguém ou de dar atenção a uma determinada pessoa.
Matei a saudade de amigos de realidades diferentes: Faculdade e DM.
Fiquei só, estudei.
Fiz trabalho da facu de agora.
E, em homenagem a este momento, vai uma música que embalou minha noite de sábado:
Praieiro
Jammil e Uma Noites
Composição: Manno GóesSou praieiro
Sou guerreiro
Tô solteiro
Quero mais o quê?(bis)
Quero mais verão
Quero mais tesão
Quero mais fevereiro
Quero mais amor dentro do coração
Quero mais dinheiro
Quero praia e sol
Quero namorar
Quero mais alegria
Quero o Rio de Janeiro nos tempos de paz
Quero as meninas de Minas Gerais
Eu quero a Bahia
Eu sou da Bahia
Porque sou brasileiro
Eu sou do litoral
Eu sou do mundo inteiro
Eu sou do carnaval(bis)
Sou praieiro
Sou guerreiro
Tô solteiro
Quero mais o quê?(bis)
Quero mais verão
Quero mais tesão
Quero mais fevereiro
Quero mais amor dentro do coração
Quero mais dinheiro
Quero praia e sol
Quero namorar
Quero mais alegria
Quero Floripa e as ondas de lá
Quero Noronha e as conchas do mar
Eu quero a Bahia
Eu sou da Bahia
Porque eu sou brasileiro
Eu sou do litoral
Eu sou do mundo inteiro
Eu sou do carnaval(bis)
Sou praieiro
Sou guerreiro
Tô solteiro
Quero mais o quê?
Ainda sobre o fim de semana
Tenho muita coisa para contar. Muita mesmo...
Continuando...
Agora é o começo...




